- Matteo Berrettini venceu o chileno Tomas Barrios Vera, lucky-loser, em sets diretos no Rio Open.
- O italiano comentou estar feliz com o desempenho, ressaltando que o adversário vinha de dois jogos no quali e as condições, como umidade e luzes, dificultaram manter o foco.
- Na segunda rodada, Berrettini encara o sérvio Dusan Lajovic, outro lucky-loser, que derrotou o cabeça de chave sete Daniel Altmaier na estreia.
- Ele enfatizou que não se pode subestimar ninguém no circuito da ATP e destacou a experiência de Lajovic.
- Sobre o lance polêmico, Berrettini disse que não pediu revisão; a árbitra marcou o ponto a seu favor e a revisão mostrou a bola girando, o que indicava que tocou o chão antes de entrar na quadra.
Matteo Berrettini avançou no Rio Open ao derrotar o chileno Tomas Barrios Vera, lucky-loser, em sets diretos nesta terça-feira, no Rio de Janeiro. O italiano mostrou confiança ao vencer uma partida marcada pela interrupção causada pelas luzes.
O italiano comemorou o desempenho e ressaltou que não foi uma vitória fácil, principalmente porque Barrios Vera vinha de duas partidas no quali. Disse também estar contente com a forma de lutar até o fim.
Berrettini comentou que não se pode subestimar oponente, apesar do ranking menor. Reiterou que as condições, com umidade e bola lenta, tornam as partidas difíceis.
Na segunda rodada, ele encara o sérvio Dusan Lajovic, também lucky-loser, que eliminou o cabeça 7 Daniel Altmaier na estreia, destacando a carreira e a experiência do adversário.
Ele observou que desconhecidos podem apresentar dificuldades, ressaltando que jogadores que já disputaram finais têm talento. Lajovic disputa o difícil desafio em meio às condições locais.
Ponto polêmico esclarecido
Berrettini explicou o lance contestado na partida: a jogada foi marcada pela árbitra, que concedeu o ponto a ele; o jogador afirmou que viu a bola girar e acreditou ter ganho o ponto antes da revisão.
O italiano descreveu que a revisão por câmera lenta é complexa e que a pressão da situação aumenta a dificuldade para a juíza de cadeira. Ele ressaltou que o que acontece em quadra muda a percepção de quem joga.
A defesa do atleta foi de que a dúvida persiste até a confirmação, e que a revisão não é simples, especialmente diante de árbitra presente na decisão.
Entre na conversa da comunidade