- Brasil terminou em 21º lugar entre 26 equipes no Sprint por equipes das Olimpíadas de Inverno Milão-Cortina 2026, com tempo total de 7min37s26.
- As vencedoras foram: Suécia Jonna Sundling e Maja Dahlqvist, com 6min26s94; Finlândia Jasmi Joensuu e Jasmin Kahara, com 6min44s86; Canadá Alison Mackie e Liliane Gagnon, com 6min46s66.
- A campanha começou no dia 10, no Sprint Clássico, com Bruna Moura em 74º e Eduarda Ribera em 72ª.
- No dia 12, nas 10km livres, Bruna ficou em 96ª com 30min56s09; Eduarda não avançou na prova.
- Ao final, as brasileiras encerram a participação com evolução e representatividade para o esqui cross-country do Brasil.
A dupla brasileira de esqui cross-country, formada por Eduarda Ribera e Bruna Moura, encerrou sua participação nas Olimpíadas de Inverno 2026. Nesta quarta-feira, 18, elas disputaram a classificação do Sprint por equipes em Milão-Cortina e terminaram na 21ª posição, atrás das 15 primeiras colocadas que avançaram à final.
O tempo total das brasileiras foi de 7min37s26. A performance foi diante de equipes de alto nível técnico, com a dupla sueca Jonna Sundling e Maja Dahlqvist em primeiro lugar, com 6min26s94. Em seguida, as finlandesas Jasmi Joensuu e Jasmin Kahara (6min44s86) e as canadenses Alison Mackie e Liliane Gagnon (6min46s66) completando o pódio.
A trajetória de Ribera e Moura em Milão-Cortina começou no Sprint Clássico, em 10 de fevereiro. Bruna terminou em 74º e Eduarda em 72º, marcando evolução para a jovem atleta de 21 anos, que havia sido 77ª em Pequim 2022. Bruna celebrou ao cruzar a linha de chegada, em cena lembrada como sonho olímpico.
No dia 12, as brasileiras disputaram os 10 km livres. Bruna chegou na 96ª posição, com 30min56s09, enquanto Eduarda não avançou na prova. Embora sejam especialistas em sprint, as atletas reconheceram o alto nível exigido na média distância, tradicionalmente dominada por países com forte tradição na neve.
Eduarda Ribera e Bruna Moura encerram a participação olímpica com evolução técnica e representatividade para o esqui cross-country do Brasil. O desempenho neste ciclo olímpico reforça o alcance das atletas e a continuidade do trabalho de base no esporte.
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