- Coco Gauff teve coletiva em Indian Wells e abordou a guerra no Oriente Médio, criticando o calendário extenso do circuito.
- A americana, cabeça de chave número quatro, mencionou a possibilidade de pular Doha no futuro para reduzir a sequência de competições.
- Ela ressaltou a importância da saúde mental e citou a pressão como tema relevante para atletas, destacando evitar esgotamento.
- O técnico Gavin MacMillan está no Oriente Médio e não conseguiu retornar após a participação de Gauff no Dubai, onde alcançou as semifinais.
- Gauff pediu paz e afirmou que a violência não é exclusividade da região, comparando, de forma contextual, com incidentes de violência nos Estados Unidos.
Coco Gauff comentou sobre questões globais durante coletiva em Indian Wells, onde disputa o WTA 1000. A americana, cabeça de chave 4, falou também sobre o calendário longo, saúde mental e propostas para o circuito feminino. O debate ocorreu antes de sua estreia, contra o vencedor entre Bianca Andreescu e Kamilla Rakhimova.
A atleta afirmou que a situação no Oriente Médio preocupa, destacando que a violência afeta vidas inocentes e que a paz deve prevalecer. Seu treinador, Gavin MacMillan, está no Oriente Médio e tem dificuldade para retornar, após a atleta chegar aos playoffs de Dubai.
Gauff explicou que não se sente ameaçada por competir na região, mas criticou a violência como problema global, comparando com situações de violência nos EUA. Ela ressaltou a necessidade de reconhecer o momento difícil sem simplificações.
Ela também comentou sobre o formato de disputa e o calendário, admitindo o desejo de reduzir a carga de jogos no circuito. Em especial, citou a possibilidade de alvos como pular Doha por já não estar jogando bem nesse evento.
A número 4 do ranking reforçou que a saúde mental tem importância semelhante à preparação física. Disse ter momentos de cansaço extremo e frisou a importância de manter equilíbrio para evitar desgaste.
Agenda de jogos e calendário
Gauff criticou o ritmo intenso da temporada e sugeriu que grandes torneios seguidos possam prejudicar o desempenho, principalmente para jogadoras norte-americanas em viagens longas. Ela mencionou que a pressão por resultados também impacta a mente.
Ela manteve o foco na competição deste fim de semana, destacando que a estreia acontece contra o vencedor da partida entre Andreescu e Rakhimova. A presença no torneio indica continuidade do debate da atleta sobre temas fora das quadras.
Aos 21 anos, Gauff enfatizou que busca equilíbrio entre gols esportivos e bem-estar, sem deixar de defender a segurança de sua equipe. A entrevista reforçou a combinação de atuação competitiva com posicionamentos sociais.
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