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Russell acusa Ferrari de ser contra mudança na largada, visão egoísta

Russell afirma que a FIA cogitou mudar a regra de largada e critica visões egoístas de equipes que teriam vantagem, como a Ferrari.

George Russell comemora vitória no GP da Austrália de F1 — Foto: Anni Graf - Formula 1/Formula 1 via Getty Images
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  • George Russell afirmou que a FIA cogitou revisar a coleta de energia no procedimento de largada após o GP da Austrália, mas encontrou resistência de equipes, principalmente a Ferrari, por visões egoístas.
  • O piloto da Mercedes disse que algumas equipes que tinham boa largada não queriam mudanças, o que ele considera “um pouco bobo”.
  • Segundo Russell, a FIA queria facilitar a vida dos pilotos, eliminando o limite de coleta de energia na largada.
  • A notícia ressalta que a Fórmula 1 mudou em 2026, com mais energia produzida e armazenada pelos carros e metade da potência sendo elétrica, medidas para tornar as corridas mais equilibradas.
  • O GP da China de 2026 ocorre neste fim de semana, com treinos livres, sprint classificatório e transmissão pelas plataformas oficiais, enquanto a temporada segue com foco nas largadas e na gestão de energia.

George Russell, piloto da Mercedes, comentou que a FIA cogitou revisar a forma de coleta de energia na largada após o GP da Austrália, mas encontrou resistência interna. As declarações ocorreram nesta quinta-feira, antes do GP da China.

O inglês afirmou que, em alguns casos, mudanças visando beneficiar o esporte esbarram em interesses de equipes com vantagem atual. Segundo ele, a Ferrari seria apontada como opositora a qualquer alteração que reduza o limite de coleta de energia na largada.

Russell disse que a FIA busca facilitar a vida das equipes e evitar complicações desnecessárias na largada. Ele destacou que algumas equipes, especialmente aquelas com bom começo de prova, querem manter o status quo.

Contexto técnico e regulatório

A Fórmula 1 apresentou em 2026 mudanças significativas, com mais energia disponível para uso estratégico durante a corrida. O sistema combina potência de motor a uma parcela considerável de energia elétrica.

O objetivo é deixar as disputas mais equilibradas e acelerar a transição para tecnologias sustentáveis. Entretanto, parte do grid tem criticado o impacto dessas regras no andamento das provas.

GP da China e agenda de transmissão

A equipe que venceu o GP da Austrália, hoje líder do campeonato, espera contornar a percepção de que a nova regra pode influenciar largadas. Russell ressaltou que a situação já foi identificada e será monitorada em Xangai.

A programação transmite o treino livre 1 na madrugada de sexta, seguida pela classificação sprint e, na madrugada de sábado, a definição do grid. A prova principal está prevista para a noite de sábado, com cobertura total da temporada em tempo real.

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