- Vasco da Gama voltou à Federação Estadual do Rio de Janeiro de vôlei após quatorze anos fora, com foco inicial na base feminina.
- No primeiro ano de retorno, a equipe terá três categorias: sub‑15, sub‑17 e sub‑19, sob gestão de Telon Bernardes.
- O retorno foi viabilizado pela gestão do presidente Pedrinho, em vigor desde 2024, e pela vontade de consolidar o vôlei no clube.
- Os treinos acontecem no Ginásio Antônio Soares Calçada, o “Forninho”, no Complexo do Estádio de São Januário, com participação em competições de base nacionais ainda este ano.
- A meta a longo prazo é formar uma nova cultura no Vasco, expandir para o vôlei masculino e, quem sabe, alcançar a Superliga.
O Vasco da Gama voltou a integrar a Federação de Vôlei do Rio de Janeiro após 14 anos de ausência, com foco inicial nas categorias de base femininas (sub-15, sub-17 e sub-19). A reapresentação acontece em meio a planos de retorno gradual ao cenário da modalidade, com ambição de abrir espaço para o público masculino no futuro e talvez alcançar a Superliga.
A decisão partiu do próprio clube, que percebeu a carência de um time de vôlei próprio em um esporte “popular com um público fiel” segundo o gerente do vôlei, Telon Bernardes. O questionamento da filha dele sobre a ausência do Cruz-Maltino motivou o projeto, que ganhou embasamento na gestão do presidente Pedrinho, desde 2024.
No primeiro ano, o Vasco treinará no Ginásio Antônio Soares Calçada, o Forninho, no Complexo do Estádio de São Januário. O calendário prevê participação em competições de base nacionais como a Taça Paraná, a Copa Minas e a Gigantes da Rede, ainda neste ano.
Além dos objetivos de competição, o clube visa construir uma nova cultura de voleibol, fortalecendo a modalidade na instituição antes de buscar pódios no cenário profissional. O movimento reforça a tradição do Vasco na região, que ajudou a fundar a própria VôleiRio, próxima de completar 90 anos em 2028.
Telon Bernardes destaca que o retorno reflete a vocação social do Vasco, com foco no desenvolvimento físico, mental e emocional de jovens atletas. A gestão busca consolidar a prática do vôlei como parte da identidade do clube, sem pressa para pular etapas.
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