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Honda mira no longo prazo após má fase com Aston Martin

Honda explica má fase com Aston Martin: regulamento novo, parceria inédita e remanejo de pessoal atrasam desenvolvimento, com foco no médio a longo prazo

Hamilton vence o GP da Catalunha
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  • A Honda, através da HRC, reconhece que o começo da temporada da Aston Martin, com motores da marca, ficou aquém do esperado após sete corridas, somando apenas um ponto.
  • Os motivos apresentados incluem a mudança de ares com o novo regulamento, a parceria com Aston Martin e a entrada de novos componentes: combustível Aramco e lubrificante Valvoline.
  • A Honda decidiu permanecer na Fórmula 1 mesmo após anunciar a saída, o que exigiu realocação de grande parte dos funcionários e atrasou o reajuste de operações, contribuindo para o atraso no desenvolvimento.
  • O início de desenvolvimento tardio, a reconstrução de capacidades e a recuperação de talentos adicionais aparecem entre os fatores que ajudaram a manter o desempenho abaixo do esperado.
  • Mesmo com o sistema ADUO, que permite testes adicionais de motores deficitários, a Honda não espera mudanças drásticas de curto prazo e segue com foco em médio a longo prazo para o projeto.

A Honda reforçou, ao longo da atual temporada de F1, que o caminho é de longo prazo. A Aston Martin, equipada pelos motores da marca, tem desempenho abaixo do esperado após sete corridas, somando apenas um ponto.

O presidente da Honda Racing Corporation (HRC), Koji Watanabe, explicou que tudo é novo no projeto com a Aston Martin. Regulamento mais rígido, parceria com Aramco para combustível e Valvoline como lubrificante exigem ajustes.

Antes, a Honda teve uma parceria vitoriosa com a Red Bull, encerrada no ano passado. Segundo Watanabe, a saída parcial da F1 gerou atraso na recuperação das operações e no retorno de talentos.

A mudança de ares, aliada ao atraso no desenvolvimento, contribuiu para a desvantagem atual. A equipe precisou remanejar grande parte de sua força de trabalho, o que ampliou o tempo de adaptação.

Desafios e perspectiva

Apesar das dificuldades, a Honda manterá o foco em melhorias a médio e longo prazo. O sistema ADUO, que ajuda motores deficitários, permitirá mais testes e duas oportunidades de atualização durante a temporada.

Watanabe ressaltou que não se espera mudança drástica de um dia para o outro. A gestão da Honda segue dando apoio firme ao projeto e mantendo a expectativa de evolução gradual.

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