- Mohammed ben Sulayem foi reeleito presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e deve comandar a entidade até o fim de dois mil e vinte nove; foi o único candidato ativo na eleição realizada em Tashkent, Uzbequistão.
- Outros nomes chegaram a se candidatar, mas não puderam concorrer, entre eles Tim Mayer, Laura Villars e Virginie Philippot; Carlos Sainz Sr. desistiu da corrida após anunciar.
- Laura Villars moveu ação judicial para anular a eleição; o tribunal de Paris marcou julgamento para o dezoito de fevereiro de dois mil e vinte e seis, o que pode impactar o pleito.
- A Cadillac ingressará na Fórmula 1 em dois mil e vinte e seis, tornando-se a décima primeira equipe a competir no grid.
- A disputa também envolveu o cumprimento de uma regra de sete vice‑presidentes por região, critério não atendido pelos candidatos, o que influenciou o resultado.
Mohammed ben Sulayem foi reeleito presidente da FIA nesta sexta-feira em Tashkent, Uzbequistão, e comandará a entidade até 2029. O pleito teve o voto único do atual líder, com candidatos adversários sem a possibilidade de concorrer. A decisão ocorre em meio a debates sobre regulações e expansão na Fórmula 1.
A eleição, que confirma o mandato até 2029, teve forte contestação durante o processo. Laura Villars tentou anular o pleito na Justiça, e a Justiça de Paris marcou julgamento para 16 de fevereiro de 2026. Caso o resultado seja favorável à piloto, a eleição pode ser anulada.
Cadillac anunciou a entrada na Fórmula 1 em 2026 como 11ª equipe. Além disso, houve controvérsia sobre a exigência de uma equipe de sete vice-presidentes por região, regra não cumprida pelos candidatos, influenciando o resultado final.
Contexto e participantes
O atual presidente nasceu em Dubai e tornou-se o primeiro não-europeu a chefiar a FIA em 117 anos, em 2021. Ao longo do mandato, defendeu carros mais leves e a entrada de mais equipes na F1, com a Cadillac confirmando a presença em 2026.
Diversos nomes chegaram a cogitar disputar a vaga, entre eles Tim Mayer, Laura Villars e Virginie Philippot, além de Carlos Sainz Sr., que chegou a abandonar a candidatura. Ninguém, porém, conseguiu participar oficialmente da eleição.
Aspectos regulatórios e repercussões
A disputa também girou em torno de regras da FIA, como a necessidade de estrutura com sete vice-presidentes regionais, o que não foi atingido. Em Américas, a brasileira Fabiana Ecclestone era a vice-presidente elegível, mas apoiou a candidatura de Ben Sulayem.
Pelo lado esportivo, a reeleição ocorre em um momento de continuidade na gestão, com foco em ajustes regulatórios para 2026, incluindo regras que já influenciaram decisões na Fórmula 1. A confirmação do mandato mantém a linha de atuação atual da entidade.
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