- Josias de Souza afirma que a crise do Banco Master teve omissão do ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e que o assunto ficou para o sucessor, Gabriel Galípolo.
- O colunista diz que havia sinais de irregularidade, como CDBs com juros muito acima do mercado, que o BC poderia ter visto e atuado antes.
- A acusação envolve ainda omissão de empresas de auditoria e a participação de instituições de renda variável que promoviam os papéis do Master, segundo o jornalista.
- A crise é classificada como uma herança maldita, com o pavio aceso há pelo menos um ano e meio, segundo a análise.
- Campos Neto, apesar de conhecer bem o sistema bancário, não impediu que o escândalo chegasse ao estágio atual; Galípolo é apontado como próximo a enfrentar o caso.
O colunista Josias de Souza, no UOL News, afirma que Roberto Campos Neto omitiu explicações sobre por que o Banco Central não agiu mais cedo diante da crise do Banco Master. Alega que a gestão anterior deixou a situação como uma “herança maldita” para o sucessor, Gabriel Galípolo.
Segundo o relato, havia sinais de irregularidade no Master, principalmente em ofertas de CDBs com juros acima do mercado. O texto sustenta que o BC poderia ter intervindo antes, mas não o fez.
O colunista acusa omissões também de empresas de auditoria que deveriam auditar a contabilidade da instituição, além de apontar que plataformas de bancos conhecidos ajudaram a impulsionar investimentos no Master, com propagandas de segurança.
Josias afirma ainda que a crise já durava há cerca de 1,5 a 2 anos e que a diferenciação entre agir e reagir é crucial para um presidente do BC. O artigo sugere que Campos Neto, por sua experiência no setor, conhecia bem o tema.
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