- A Argentina proibirá a entrada de cidadãos venezuelanos ligados à presidência de Nicolás Maduro, que foi preso e enviado aos Estados Unidos em operação ordenada por Donald Trump.
- A medida foi anunciada pelo chefe de gabinete, Manuel Adorni, com o objetivo de evitar a entrada de cúmplices de Maduro que busquem refúgio no país.
- O aperfeiçoamento das restrições migratórias abrange funcionários, membros das Forças Armadas, empresários vinculados ao regime e indivíduos sancionados pelos Estados Unidos.
- A informação foi divulgada neste sábado, 3, e a medida é apresentada como resposta à captura de Maduro.
- O presidente argentino, Javier Milei, elogiou a operação americana em Caracas, dizendo que foi uma excelente notícia para o mundo livre.
O governo argentino anunciou neste sábado 3 que proibirá a entrada de cidadãos venezuelanos ligados ao governo de Nicolás Maduro. A medida, segundo o governo, visa evitar que cúmplices do regime busquem refúgio na Argentina após a operação que capturou Maduro e o levou aos Estados Unidos, em decisão ordenada por Donald Trump.
O anúncio foi feito pelo chefe de gabinete, Manuel Adorni, em postagem no X. A proibição abrange funcionários, membros das forças armadas, empresários vinculados ao regime e indivíduos sancionados pelos EUA, entre outros.
O presidente argentino, aliado de Trump, Milei, classificou a operação em Caracas como excelente notícia para o mundo livre. A medida argentina reforça o controle migratório diante do desdobramento internacional envolvendo Maduro.
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