- Maduro está detido em centro de detenção em Nova York após raid americano que capturou o presidente venezuelano e o levou a território dos EUA.
- O presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos vão governar o país até uma transição segura, adequada e judiciosa.
- Maduro chegou a Nova York no sábado à noite; a audiência inicial em Manhattan está marcada para segunda-feira, e ele enfrenta acusações federais, incluindo narco-terrorismo.
- A reação internacional incluiu críticas ao regime de Maduro; Rússia e China contestaram a ação, e a Organização das Nações Unidas deve se reunir para discutir o precedente.
- A vice-presidente venezuelana Delcy Rodríguez afirmou que Maduro continua sendo o presidente e pediu sua libertação, dizendo que o governo não coopera com Washington.
Maduro está detido em um centro de detenção em Nova York após uma operação liderada pelos EUA, que visou capturá-lo e assumir o controle da Venezuela e de suas reservas de petróleo. O ataque também causou interrupção de energia em parte de Caracas e atingiu instalações militares.
O presidente americano, Donald Trump, disse que os EUA vão governar a Venezuela até uma transição segura e apropriada. Maduro foi transportado de helicóptero a um navio da Marinha, depois levado aos Estados Unidos, sob forte escolta policial.
O venezuelano desembarcou em Nova York no sábado à noite e deverá enfrentar audiência inicial no tribunal federal de Manhattan na segunda-feira, segundo a Justiça dos EUA. A Procuradoria cita acusações federais, entre elas o que descreve como narco-terrorismo.
Reações internacionais e quadro jurídico
Delcy Rodríguez, vice-presidente da Venezuela,Apresentou-se em rede nacional reagindo ao que chamou de sequestro e pediu a imediata libertação de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Na comunidade internacional, o Conselho de Segurança da ONU planeja reunião para discutir o episódio.
Alguns aliados da Venezuela, incluindo Rússia e China, criticaram a operação e apontaram violações do direito internacional. Observa-se preocupação com precedentes sobre intervenção em assuntos internos de outros países e com a governança futura da Venezuela.
Desdobramentos potenciais e próximos passos
Trump sinalizou interesse em reforçar a presença militar se necessário, citando a possibilidade de “boots on the ground”. Não está claro quem liderará a Venezuela caso haja mudança de governança, e autoridades americanas afirmam que o país não está sob controle direto pelos EUA.
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