- Explosões foram ouvidas por volta de 2h em Caracas, com relatos de fogo e aviões ao longe.
- Testemunhas viram fumaça saindo de duas instalações militares-chave: o aeródromo La Carlota e a base Fuerte Tiuna.
- O governo venezuelano não comentou o ocorrido de imediato.
- O episódio acontece em um cenário de tensões entre os Estados Unidos e a Venezuela, com relatos de ataques atribuídos a ordens do presidente dos EUA.
- O presidente colombiano, Gustavo Petro, afirmou nas redes sociais que Caracas estava sendo bombardeada e pediu sessão de emergência do Conselho de Segurança da ONU; veículos de imprensa também relataram ataques.
Explosões foram ouvidas em Caracas por volta de 2h de sábado, com relatos de fogo e aeronaves ao longe. Fumaça surgiu em duas bases militares centrais da capital, La Carlota e Fuerte Tiuna. O governo venezuelano não se pronunciou até o momento.
Relatos de moradores indicaram abalos no solo e sons de aviões próximos. Testemunhas citaram que a cidade inteira sentiu o impacto, enquanto a imprensa internacional destacava uma possível operação militar em território venezuelano.
Contexto de tensões entre EUA e Venezuela
O episódio ocorre em meio a uma escalada de pressão dos EUA sobre Nicolás Maduro, com buildup naval off-shore desde agosto e ataques a supostos barcos de narcóticos. Analistas veem essa sequência como parte de esforços para desestabilizar o governo venezuelano.
Colômbia, via presidente Gustavo Petro, fez avaliações públicas sobre a possibilidade de ataques, alimentando a percepção de que Washington estaria buscando mudanças no comando de Caracas. Fontes internacionais mencionaram informações sobre ordens de ataques, sem confirmação oficial disponível até o momento.
Estado atual e próximos passos não foram detalhados por autoridades venezuelanas ou norte-americanas. A situação permanece sob monitoramento de serviços de inteligência e agências internacionais.
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