- Trump afirma que atacou a Venezuela, capturou Nicolás Maduro e sua esposa após um “ataque em grande escala”, realizado com forças de segurança dos Estados Unidos.
- Trump disse que haverá uma coletiva às 13h de Brasília em Mar-a-Lago e que, em breve, deu uma entrevista ao The New York Times chamando a operação de “brilhante”.
- O anúncio ocorre após meses de pressão militar e econômica dos EUA sobre Maduro, em meio à dependência venezuelana de petróleo e a sanções, com grande presença naval no Caribe.
- O presidente alegou que a Venezuela é importante exportadora de narcóticos para os EUA e que tomou de volta interesses petrolíferos americanos, sem pedir explicitamente a destituição de Maduro.
- Segundo o relato, houve ataques aéreos, apreensão de dois petroleiros no mar e mortes associadas à ofensiva, descritas como o primeiro ataque em solo venezuelano.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Exército americano atacou a Venezuela e capturou o presidente Nicolás Maduro, juntamente com a esposa dele, após um ataque em grande escala. A informação foi divulgada por Trump por meio de sua rede Truth Social.
Trump informou que a operação contou com a colaboração das forças de segurança dos Estados Unidos e mencionou uma coletiva de imprensa às 13h de Brasília na residência de Mar-a-Lago, na Flórida. Em seguida, em entrevista ao The New York Times, ele descreveu a ação como brilhante.
O anúncio ocorre após meses de pressão militar e econômica dos EUA sobre Maduro, em meio à dependência venezuelana do petróleo e à contestação de sua legitimidade após a reeleição de 2024. O cenário envolve forte presença naval e aérea no Caribe, além de sanções registradas contra o país.
Desdobramentos
Segundo Trump, a operação também seria responsável por avanços militares recentes e por consequências humanas não especificadas. O governo americano apontou ações contra dois petroleiros no mar, como parte de um bloqueio à Venezuela, além de ataques aéreos que teriam neutralizado embarcações ligadas ao tráfico de drogas.
O anúncio também menciona que Maduro teria tentado iniciar conversas com os EUA dois dias antes, oferecendo cooperação no combate ao tráfico de drogas e à migração ilegal. O tom apresentado pelo presidente americano reforça a narrativa de que o país continua a agir para mudar a situação venezuelana.
Entre na conversa da comunidade