- Kozinka, vila na região de Belgórdio, fica a menos de um quilômetro da fronteira com a Ucrânia e foi fechada pelas autoridades no ano passado.
- Restam menos de mil moradores da população original, com menos de dez pessoas ainda morando na localidade, em situação de risco.
- As casas foram prometidas compensações aos evacuados, mas os moradores continuam sem o pagamento.
- A reportagem aponta que nem todos os residentes de Belgórdio veem os ucranianos como inimigos.
- O cenário ilustra o impacto humano próximo à linha de frente, com evacuações e promessas não cumpridas.
Kozinka, vila na região de Belgorod, perto da fronteira com a Ucrânia, foi isolada pelas autoridades no ano passado. A comunidade, que antes reunia cerca de mil moradores, ficou reduzida a menos de dez pessoas, sob risco e sem funcionamento de serviços básicos. A vila já não recebe atendimento público e o comércio permanece fechado.
Os moradores evacuados receberam promessas de indenização pelas casas desocupadas, mas a compensação ainda não foi paga. A situação criou incerteza econômica e social para os que permaneceram ou retornaram de pronto atendimento, com impactos na vida cotidiana.
Evacuação e promessas não cumpridas
Relatos indicam que a mobilização para deixar o local ocorreu em resposta aos conflitos na região, sem data de retorno definida. Autoridades locais não anunciaram novas medidas, enquanto a comunidade aguarda esclarecimentos sobre indenizações e reconciliação com o tecido urbano de Belgorod.
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