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Trump diz que Irã precisa fechar acordo nuclear; próximo ataque pode ser pior

Trump pressiona Irã a fechar acordo nuclear sob pena de ataque futuro; próxima ofensiva, afirma, seria bem pior, com nova armada a caminho.

U.S. President Donald Trump visits Machine Shed restaurant in Urbandale
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  • O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu que o Irã aceite negociar um acordo sobre armas nucleares, ou o próximo ataque americano será muito pior.
  • Trump afirmou que o tempo está se esgotando e pediu um acordo justo, sem armas nucleares, que seja bom para todas as partes.
  • O republicano já havia afirmado anteriormente que o Irã seria alvo de nova ofensiva, caso não cumprisse as condições.
  • Trump mencionou que outra “armada” está se movendo em direção ao Irã.
  • O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, disse que não havia contatos recentes com o enviado especial dos EUA nem pedido de negociações.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que Irã precisa negociar um acordo sobre armas nucleares ou o próximo ataque norte-americano será muito pior. A cobrança ocorreu após Trump ter afirmado no X (ex-Twitter) que o tempo está acabando para as negociações.

Trump, que lidera o Partido Republicano, já se retirou do acordo nuclear de 2015 entre o Irã e potências globais durante seu primeiro mandato. A mensagem pública continua a sinalizar uma postura mais agressiva em relação a Teerã, segundo a campanha presidencial.

O chefe de Estado também mencionou a possibilidade de enviar outra “armada” para a região, sem detalhar datas ou rotas. As declarações ocorrem em meio a tensões diplomáticas recorrentes entre Washington e Teerã.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, afirmou que não houve contato recente com o enviado especial dos EUA para as negociações, Steve Witkoff, nem pedido formal de negociações, conforme a agência estatal.

O registro da Reuters, assinado por Doina Chiacu e Susan Heavey, aponta que as peças envolvem uma dinâmica de ameaças e tentativas de retomada de diálogos, com pouca indicação de avanços imediatos.

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