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Trump confirma que se planeja ataque seletivo contra o Irã

Trump admite considerar ataque seletivo contra Irã para pressionar acordo nuclear, com Pentágono montando grande dispositivo militar no Oriente Médio

El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, levanta el puño al final de un evento durante una visita a Coosa Steel Corporation, en Rome, Georgia, el 19 de febrero de 2026.
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  • O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou estar avaliando um ataque seletivo contra o Irã para pressionar um acordo nuclear.
  • O Pentágono já mobiliza um grande dispositivo militar no Oriente Médio; a decisão pode ocorrer em até quinze dias.
  • Em Genebra, a delegação iraniana propôs detalhes, mas Washington quer que Teerã retire apoio a grupos na região, limite os mísseis e renuncie ao enriquecimento de urânio; Irã não admite incluir mísseis balísticos e não renuncia ao enriquecimento futuro.
  • Há relatos de planos para atingir alvos específicos e, se necessário, buscar mudança de regime; a operação poderia durar semanas e mirar tanto instalações nucleares quanto de segurança.
  • O Irã disse que responderá na mesma língua se confrontado; na região, já estão o porta-aviões Abraham Lincoln e o Gerald Ford, além de dezenas de aeronaves dos EUA.

O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou que avalia um ataque seletivo contra o Irã para pressionar Teerão a aceitar um acordo sobre o programa nuclear. A declaração ocorreu durante um café com governadores na Casa Branca.

Trump disse que é possível considerar a opção, sem ter tomado a decisão final ainda. O Pentágono prepara um amplo dispositivo militar na região em meio às negociações indiretas entre Washington e Teerã.

O governo iraniano informou que, em caso de ataque, responderá com o uso da força. A escalada ocorre enquanto Washington espera uma proposta detalhada de Teerã nas negociações em curso.

Desenvolvimento diplomático

Na última rodada de conversas, em Genebra, a delegação iraniana se comprometeu a apresentar uma proposta para reduzir as discrepâncias entre as partes. Washington exige retirada do apoio iraniano a grupos na região e limitações aos mísseis.

Teerã argumenta que não pode incluir seu programa de mísseis balísticos nas negociações e recusa comprometer-se a não enriquecer urânio no futuro, defendendo direitos como signatário do Tratado de Não Proliferação.

Segundo relatos, Trump avalia um ataque inicial a poucos alvos para pressionar a aceitação das condições. Caso não haja resultado, o Pentágono planeja ampliar a ofensiva.

Movimentação militar

Fontes citam que o Pentágono já estudaria ataques a indivíduos dentro do aparato iraniano, com eventual objetivo de mudança de regime, caso a decisão seja tomada pelo presidente. Ações poderiam durar semanas e mirar tanto instalações nucleares quanto de segurança.

Os planos incluem a possibilidade de novas ofensivas caso o primeiro ataque não atinja os objetivos desejados, conforme informações da Reuters, com base em autoridades norte-americanas.

O conjunto de ações militares já envolve o porta-aviões Abraham Lincoln, em águas estratégicas, com escolta de três destróieres, além do grupo de apoio. O maior porta-aviões do mundo, o Gerald Ford, segue em direção à região com seu grupo, somando voos e recursos de apoio.

Além disso, dezenas de aeronaves, incluindo caças F-22, e sistemas de defesa reagiram ao movimento, reforçando o aparato de resposta rápida dos EUA na região. Autoridades destacam que o cenário permanece sujeito a mudanças rápidas.

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