- O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, disse que o ataque coordenado entre EUA e Israel contra o Irã foi “a operação aérea mais letal, mais complexa e mais precisa da história”.
- Hegseth elogiou os ataques em publicação nas redes sociais, descrevendo-os como “consequências” da recusa do Irã em fechar acordo com os EUA.
- A declaração afirma que a produção de mísseis do Irã e sua marinha “serão destruídas”.
- O secretário afirmou que, segundo o ex-presidente Donald Trump, o Irã jamais terá uma arma nuclear.
- Em tom de alerta, disse que os EUA não iniciaram o conflito, mas o terminarão, e que caçarão e matarão quem ameace ou mate americanos.
O ataque coordenado entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã foi classificado pela Defesa dos EUA como a operação aérea mais letal, complexa e precisa já realizada. A avaliação foi feita pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, em publicação nas redes sociais.
Segundo Hegseth, as ações visaram demonstrar as consequências da recusa do Irã em aceitar um acordo com os EUA. Ele afirmou que o regime iraniano teve a oportunidade de negociar, mas escolheu não fazê-lo, o que, na visão dele, levou aos ataques.
A publicação nas redes sociais foi divulgada na noite desta quinta-feira, com a alegação de que o presidente dos EUA, Donald Trump, acompanhava os ataques de Mar-a-Lago, conforme um funcionário norte‑americano.
Hegseth também afirmou que, segundo ele, a produção de mísseis do Irã e a sua marinha estariam sob ataque e que o Irã não obteria armas nucleares, conforme o tom da mensagem. Ele reforçou que os EUA não começaram o conflito, mas disseram que desejam encerrá-lo.
Em tom de advertência, o secretário ressaltou que Washington perseguiria qualquer ameaça ou ataque contra americanos no mundo. A afirmação foi apresentada como parte de uma linha de ação dos EUA segundo a qual Washington não toleraria ataques ao seu território ou cidadãos.
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