- Irã anuncia 40 dias de luto nacional após a morte do aiatolá Ali Khamenei, conforme a mídia estatal.
- A Fars afirmou que Khamenei foi martirizado em ataques dos Estados Unidos e de Israel.
- A CNN Internacional reportou que duas fontes israelenses disseram que ele estaria morto, com imagens de satélite mostrando fumaça no complexo.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter iniciado grandes operações de combate no Irã, prometendo destruir suas forças armadas e o programa nuclear; Israel também atacou o Irã.
- Enquanto o regime iraniano diz que Khamenei está vivo, fontes israelenses sugerem o contrário; ataques atingiram bases americanas em vários países do Oriente Médio.
O Irã anunciou 40 dias de luto nacional após a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país. A informação foi veiculada pela mídia estatal neste sábado, 28, sem confirmar de forma independente as circunstâncias do falecimento.
Segundo veículos oficiais do Irã, Khamenei foi morto em ataques realizados por Estados Unidos e Israel nas primeiras horas de sábado. A agência Fars usou uma mensagem religiosa para descrever o líder como martirizado.
Fontes israelenses disseram à CNN Internacional que o líder estaria morto, e imagens de satélite indicaram fumaça no complexo dele. As informações não foram verificadas de forma independente até o momento.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia sinalizado anteriormente a possibilidade da morte de Khamenei e afirmou que os EUA promovem operações de combate no Irã. Israel também comunicou ataques ao país.
Diferentemente de ações anteriores, os ataques começaram no início do dia, quando grande parte da população ainda seguia para trabalho ou estudo. Autoridades iranianas repetiram que o regime está sob ataque.
Segundo a CNN Internacional, as forças americanas planejam ações que podem se estender por vários dias. A agência também informou que Khamenei era alvo da primeira onda de ataques, ao lado de outros líderes iranianos.
O regime iraniano afirmou que Khamenei está vivo, enquanto fontes israelenses sugeriram a sua morte. Em retaliação, relatos indicam que o Irã lançou ataques em várias bases com presença de forças estrangeiras.
Explosões foram ouvidas em múltiplos países da região, incluindo foros com bases militares dos EUA no Golfo. Países como Emirados Árabes, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque teriam registrado movimentos de ataques.
Com informações da Reuters, a cobertura ressalta a presença de versões conflitantes entre as agências internacionais sobre o status do líder iraniano e o desdobramento militar na região.
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