- Um submarino americano afundou o navio de guerra iraniano IRNS Dena em águas internacionais no oceano Índico, segundo o secretário de Defesa dos EUA.
- O submarino teria atingido o navio com um torpedo Mark 48; 180 pessoas estavam a bordo, de acordo com o ministro de Relações Exteriores do Sri Lanka, e pelo menos 32 foram resgatadas.
- O episódio amplia a ofensiva de Estados Unidos e Israel contra o Irã, com promessas de controle do espaço aéreo iraniano e avanço para uma fase mais intensa.
- Na nova fase, as forças americanas pretendem entrar no interior do Irã com bombardeios maiores, com bombas de 250 kilos e de até uma tonelada, em uma campanha que pode durar várias semanas.
- Autoridades militares afirmam que o Irã teve queda significativa na capacidade de lançar mísseis e drones desde o início dos confrontos, com reduções expressivas nos disparos de mísseis balísticos e nos ataques de drones.
Em águas internacionais do Oceano Índico, um submarino dos Estados Unidos afundou o navio de guerra iraniano IRNS Dena. A operação ocorreu na noite de terça para quarta, segundo declarações do secretário de Defesa dos EUA. O ataque foi realizado com um torpedo Mark 48, de acordo com o alto escalão do Pentágono.
O incidente aconteceu fora de zonas de operação da ofensiva em curso. Autoridades iranianas não confirmaram detalhes oficiais do tai. Em Sri Lanka, autoridades indicaram que o navio afundado tinha 180 pessoas a bordo, com operações de resgate em curso na região costeira de Galle.
Do lado americano, o chefe do Estado-Maior disse que o ataque marca o primeiro afundamento de um navio inimigo com torpedo desde a Segunda Guerra Mundial, destacando o alcance global da força dos EUA para agir em qualquer ponto do oceano. O general também ressaltou que o emergente balanço de forças mostra forte domínio no espaço aéreo.
A aeronáutica dos EUA e de Israel tem reforçado ataques contra alvos iranianos. Do ponto de vista estratégico, o Pentágono informou que a operação já atingiu milhares de alvos iranianos e destruiu parte significativa da força naval do Irã, com promessas de avanços na campanha.
No centro da narrativa, o governo dos EUA sinalizou uma nova fase da ofensiva, com planos de intensificar bombardeios aéreos. Segundo autoridades, as próximas ações devem mirar alvos dentro do território iraniano, ampliando o raio de atuação.
Paralelamente, o Alto Comando dos EUA apresentou avaliações sobre a redução na capacidade de lançamento de mísseis do Irã. Dados do comando indicaram quedas no uso de mísseis balísticos e de drones, nos dias recentes de confronto.
O porta-voz da defesa enfatizou que reservas militares americanas são suficientes para sustentar a ofensiva por várias semanas, com possibilidade de prorrogação conforme necessidades estratégicas. O tom institucional manteve o foco na neutralidade, sem adotar julgamentos ou opinião pública.
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