- O Irã está atirando menos mísseis do que no início da guerra, segundo o mais alto general dos EUA.
- Os EUA dizem que ampliarão os ataques para dentro do território iraniano, avançando mais para o interior.
- O secretário de defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que os EUA estão vencendo a guerra contra o Irã, apesar de seis tropas mortas até o momento.
- Hegseth confirmou o afundamento de um navio de guerra iraniano próximo a Sri Lanka, o primeiro afundamento de um navio inimigo por torpedo desde a Segunda Guerra Mundial.
- A declaração foi feita durante briefing no Pentágono e relatações da Reuters.
O alto comando dos EUA informou que o Irã está lançando menos mísseis do que no início do conflito, conforme a expansão dos ataques americanos no interior do país. A declaração foi feita na tarde de hoje, em Washington, pelo chair do Estado-M major Dan Caine.
Caine afirmou que as capacidades militares do Irã diminuíram significativamente enquanto os EUA ampliam seus alvos no território iraniano, buscando maior liberdade de manobra para as forças americanas. O objetivo, segundo o general, é pressionar o Irã para reduzir atos de hostilidade.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, confirmou avanços na estratégia de combate, observando que o país já registrou perdas entre tropas americanas, mas que a guerra tende a perdurar até a derrota dos adversários. O anúncio também mencionou o afundamento de um navio de guerra iraniano ao largo de Sri Lanka, atribuído a um submarino americano, destacando a possível escalada naval.
Avanços e desdobramentos
Segundo Hegseth, o ataque naval representa a primeira baixa de um navio inimigo por torpedo desde a Segunda Guerra Mundial, conforme relatos oficiais. A operação é apresentada como parte de uma série de ações para impedir a atuação iraniana na região.
A dupla notícia — redução de disparos de mísseis pelo Irã e ações de alto impacto no mar — compõe o quadro de uma ofensiva dos EUA que visa pressionar o Irã sem anunciar novos termos de negociação. As informações são fontes oficiais dos EUA, com confirmação de veículos de imprensa, incluindo Reuters.
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