- O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, foi evasivo ao ser questionado sobre o bombardeio a uma escola de meninas em Minab, dizendo apenas que os EUA estão investigando o incidente.
- O ataque atingiu a escola Shajareh Tayyebeh no primeiro dia dos bombardeios dos EUA e de Israel contra o Irã, deixando cento e sessenta e cinco estudantes mortos e noventa e seis feridos.
- A Organização das Nações Unidas pediu que as investigações sejam feitas e que informações sejam fornecidas, sem atribuir culpados neste momento.
- O embaixador do Irã na Organização das Nações Unidas, Ali Bahreini, já havia classificado o ataque como injustificável e criminoso em carta ao alto comissário Volker Türk.
- Em Minab, milhares de pessoas participaram de velórios; o conflito já deixou mais de oitocentos mortos na região desde o início das ações.
Pete Hegseth afirmou que os EUA estão investigando o ataque a uma escola de meninas no Irã, após um bombardeio que, segundo autoridades iranianas, deixou centenas de vítimas. O comentário ocorreu enquanto questionado sobre o ataque na cidade de Minab, no estado de Hormozgã, na primeira madrugada de ações entre EUA e Israel contra o Irã.
O ataque atingiu a escola Shajareh Tayyebeh, segundo relato das autoridades locais, e causou pelo menos 165 mortes entre estudantes, com 96 feridos. As informações oficiais destacam que o alvo foi uma instituição civil durante o início do conflito na região.
Autoridades da ONU pediram investigação e divulgação de informações sobre o episódio, enfatizando a proteção de crianças em zonas de conflito. O enviada do Irã à ONU em Genebra, Ali Bahreini, encaminhou carta ao alto comissário Volker Turk descrevendo o ataque como injustificável e criminal.
Em queue
Marco Rubio afirmou que forças americanas não visam deliberadamente escolas, ao comentar o manejo do incidente. Na cidade de Minab, milhares de moradores realizaram velórios pelas vítimas, apurando a comoção local com o desdobrar dos eventos.
O conflito no Oriente Médio se intensificou desde o início dos ataques, com mais de 800 mortes relatadas na região. O Exército dos EUA informou que, no primeiro dia de operações, o número de ataques atingiu quase o dobro do registrado em ações de 2003 e que quase 2.000 alvos teriam sido atingidos no Irã até o momento.
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