- Um ataque aéreo paquistanês atingiu um hospital de reabilitação de drogas em Cabul, deixando mortos ou feridos de forma não especificada, segundo o porta-voz do Talibã.
- O governo do Paquistão afirmou, em publicação na X (antiga Twitter), que visou instalações militares e infraestrutura de apoio a terroristas em Cabul e Nangarhar.
- Os locais mencionados incluíram instalações que abrigam munições e equipamentos usados por militantes talibãs e por combatentes descritos como “Fitna al-Khawarij.”
- O confronto entre Paquistão e Afeganistão ganhou intensidade após ataques aéreos paquistaneses no mês anterior, com Cabul acusando violação de soberania e respondendo com ataques.
- O órgão militar paquistanês não respondeu de imediato a pedidos de comentário.
Um ataque aéreo paquistanês atingiu um hospital de reabilitação de drogas em Kabul, o que deixou pessoas mortas ou feridas de forma não especificada, segundo um porta-voz dos talibãs afegãos.
Islamabad nega responsabilidade pela ação e afirma ter atingido instalações militares. O governo paquistanês informou que o alvo foram alvos militares e infraestrutura de apoio a militantes no Irã de Kabul e Nangarhar.
O Ministério da Informação e Radiodifusão do Paquistão afirmou que as instalações visadas abrigavam munição e equipamentos usados por militantes talibãs, além de combatentes ligados ao que o governo chama de Fitna al-Khawarij. Não houve resposta imediata do comando militar paquistanês.
Desde o mês passado, combates entre as duas regiões aumentaram, com ataques aéreos paquistaneses reportados em território afegão. Islamabad acusa Kabul de abrigar militantes que atacam o Paquistão; o Talibã nega a acusação, dizendo que o combate ao terrorismo é uma questão interna de Islamabad.
Versões conflitantes
- Países elogiam ou contestam justificativas, enquanto a violência continua a impactar civis e instalações de assistência. Segundo autoridades locais, a violência persiste em áreas marcadas por tensão entre os dois países.
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