- Incêndio intenso continua no Ranomafana National Park, no leste de Madagascar, atingindo mais de 260 hectares.
- Um dos dois focos persiste, alimentado por ventos fortes e vegetação seca.
- A operação envolve população local, Madagascar National Parks, Centre ValBio, gendarmaria, forças armadas e drones.
- O parque abriga lemures raros e é criado em mil novecentos e noventa e um, com cerca de quarenta e três mil quinhentos e cinquenta hectares.
- Autoridades apontam que o fogo foi causado por atividades humanas; a chuva tem sido irregular na temporada chuvosa.
Ranomafana National Park, no leste de Madagascar, enfrenta incêndio intenso que já afeta mais de 260 hectares. O fogo continua ativo em dois focos, impulsionado por ventos fortes e vegetação seca. A operação envolve comunidade local, MNP, CVB, gendarmaria, forças armadas e drones.
O parque, criado em 1991, abriga espécies raras de lêmures e uma rica biodiversidade. A área é gerida pela Madagascar National Parks (MNP) com apoio do CVB e da comunidade local, e é alvo frequente de desmatamento e secas.
Segundo a MNP, o fogo teve início próximo à fronteira oeste do parque e se disseminou dentro de seus limites. Autoridades indicam que atividades humanas, não causas naturais, contribuíram para a ocorrência.
Na noite de 8 de janeiro, mais de 1.500 membros da comunidade participaram das ações de combate ao incêndio, com uso de enxadas, galhos e criação de aceiros. O CVB e a ONG Pivot Works também estão envolvidas.
O CVB informou que o fogo se mantém ativo em parte da área, enquanto um dos focos já estaria contido. A brigada utiliza drones para monitorar a evolução das chamas e orientar as ações de controle.
Casos anteriores no parque destacam a vulnerabilidade de Ranomafana diante de mudanças climáticas e expansão de atividades agrícolas. Profissionais locais ressaltam a importância do manejo para proteger habitats de lêmures e demais fauna e flora.
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