- Adidos da Polícia Federal atuam em Caracas para antever movimentos relacionados ao conflito.
- O Adido Policial e o Adido Adjunto da PF na Venezuela trabalham na embaixada brasileira, coletando informações diárias para assessorar a embaixadora e antever movimentos.
- Até a manhã de sábado, dia três, todos estavam em segurança.
- A Venezuela fechou a fronteira; o lado brasileiro permanece aberto.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ataque militar em grande escala à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro.
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, informou à CNN que adidos da PF atuam em Caracas, na Venezuela, para antever movimentos relacionados ao conflito. Eles atuam na embaixada brasileira para colher informações diárias que apoiem a atuação da embaixadora brasileira no país.
Segundo Rodrigues, o Adido Policial e o Adido Adjunto trabalham no local para assessorar as autoridades brasileiras e monitorar possíveis alterações de situação no terreno. Até a manhã de sábado, ele disse que todos estavam em segurança.
Ainda neste sábado, a Venezuela fechou a fronteira, conforme confirmação dada pelo diretor da PF. O portal informa que, no entanto, o lado brasileiro permanece com a fronteira aberta.
Paralelamente, o presidente dos Estados Unidos anunciou, também neste sábado, um ataque militar em grande escala contra a Venezuela e a suposta captura do presidente Nicolás Maduro. As informações foram divulgadas pela presidência norte-americana e repercutem no contexto regional.
A atuação dos adidos da PF em Caracas ocorre em meio a esse cenário de tensão regional, com o governo brasileiro destacando a importância de monitorar a evolução dos fatos para orientar decisões diplomáticas e de segurança.
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