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Conselho de Segurança da ONU se reúne na segunda-feira sobre Venezuela

ONU discute crise venezuelana após ataque dos EUA; Colômbia, com apoio de Rússia e China, solicita reunião do Conselho; Guterres vê precedente perigoso

Votação no Conselho de Segurança da ONU da resolução que suspenderia as sanções ao Irã na sede da ONU na cidade de Nova York, EUA 19/09/2025 REUTERS/Eduardo Munoz
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  • O Conselho de Segurança da ONU vai se reunir na segunda-feira após ataques dos EUA e a deposição de Nicolás Maduro, medida considerada por António Guterres como precedente perigoso.
  • A Colômbia, com apoio de Rússia e China, solicitou a reunião do Conselho de quinze membros; já houve encontros anteriores em outubro e dezembro devido à escalada entre EUA e Venezuela.
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o país administrará a Venezuela até uma transição segura e criteriosa, sem detalhes sobre a supervisão.
  • Maduro chamou a ação de guerra colonial que visa impor um governo fantoche e pilhar recursos, incluindo as maiores reservas de petróleo do mundo, segundo o embaixador venezuelano na ONU, Samuel Moncada.
  • O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou preocupação com o respeito ao direito internacional e com o precedente que a decisão pode representar.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas vai se reunir nesta segunda-feira para tratar a crise na Venezuela após ações militares dos EUA e a deposição do presidente Nicolás Maduro. A sessão ocorre em meio a acusações de violação da carta da ONU e a busca por um caminho diplomático.

A solicitação da reunião foi feita pela Colômbia, com apoio de Rússia e China, segundo diplomatas. O tema ganhou espaço após a escalada entre Washington e Caracas e já levou o conselho a realizar encontros anteriores, em outubro e dezembro.

Ações no unseen: a tensão entre EUA e Venezuela suscita dúvidas sobre o futuro político na região e o papel da comunidade internacional. Intervenções militares e sanções continuam no centro das atenções.

Reação internacional

Maduro responsabiliza os EUA por uma guerra colonial e pela tentativa de impor um governo aliado aos recursos venezuelanos. O emissário venezuelano à ONU descreveu a medida como agressão ao direito internacional.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que a ação configura um precedente perigoso e ressaltou a necessidade do respeito ao direito internacional e à Carta da ONU. O porta-voz do chefe da agência também expressou preocupação com a violação de regras.

Dinâmica regional e sinalizações

O presidente dos EUA, Donald Trump, indicou que haverá uma transição supervisionada até a conclusão de um processo que permita estabilidade. Ainda não fica claro como esse processo seria conduzido na prática pelas autoridades norte-americanas.

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