- Espanha não reconhecerá intervenção dos Estados Unidos na Venezuela que viole o direito internacional, afirma o primeiro-ministro Pedro Sánchez.
- Forças dos EUA teriam capturado Nicolás Maduro em operação noturna, segundo as informações.
- Donald Trump anunciou que os EUA administrarão a Venezuela até que uma transição “segura” seja concluída.
- Pedro Sánchez pediu que se pense na população civil, respeitem a Carta das Nações Unidas e articulem uma transição justa e dialogada.
- A posição espanhola permanece de não reconhecimento ao regime de Maduro e de oposição a intervenções que causem incerteza ou beligerância na região.
A Espanha afirmou que não reconhecerá uma intervenção dos Estados Unidos na Venezuela caso viole o direito internacional, afirmou o primeiro-ministro Pedro Sánchez. A declaração ocorreu após informações de que forças norte-americanas teriam capturado o presidente venezuelano Nicolás Maduro em uma operação noturna.
Segundo Sánchez, a Espanha não reconhece o regime de Maduro e não aceitará ações que impliquem beligerância ou incerteza na região. O premiê afirmou ainda que o país deve respeitar a Carta das Nações Unidas e buscar uma transição justa, com diálogo entre as partes.
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que os Estados Unidos administrariam a Venezuela até a conclusão de uma transição segura, conforme informado pela Casa Branca. A fala gerou reeferência ao papel da comunidade internacional na gestão de crises na região.
Reações e contexto
Sánchez pediu responsabilidade civil de todas as partes e a proteção da população civil. O governo espanhol enfatizou a necessidade de evitar ações unilaterais que possam agravar a crise venezuelana.
A declaração espanhola insere-se em um cenário de tensão regional, com a Espanha reforçando o respeito à lei internacional e ao consenso multilateral para a eventual transição política na Venezuela. Não houve confirmação independente de captura de Maduro por autoridades venezuelanas.
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