- Brasil informou que monitora permanentemente a fronteira com a Venezuela e participou de reunião ministerial de emergência para reavaliar cenários.
- Defesa informou não haver movimentações atípicas na fronteira brasileira; a Venezuela fechou a passagem fronteiriça pela manhã, enquanto o lado brasileiro permanece aberto.
- Justiça e Segurança Pública se prepara para possível aumento no fluxo de refugiados venezuelanos, principalmente em Roraima.
- Ministério da Saúde afirmou que o sistema de saúde pode ser atingido pelo conflito e que equipes já estão em prontidão para minimizar impactos.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse ter liderado operação militar na Venezuela, capturado Nicolás Maduro e previsto julgamento em Nova York.
O governo brasileiro informou que monitora permanentemente a fronteira com a Venezuela e participa de uma reunião ministerial de emergência para reavaliar cenários diante da crise migratória. Não houve registro de brasileiros entre as vítimas da ofensiva que capturou Nicolás Maduro.
Também foi divulgado que, mesmo com movimentos na região, a fronteira brasileira permanece aberta e operando normalmente. O ministro da Defesa afirmou que não há movimentações atípicas no lado brasileiro e que o monitoramento continua ativo.
Durante a coletiva, a ministra interina das Relações Exteriores ressaltou que já há planejamento para ampliar a atenção a refugiados venezuelanos, especialmente em Roraima, principal porta de entrada. O Ministério da Justiça acompanha o tema em parceria com outros órgãos.
O ministro da Saúde alertou para possíveis impactos do conflito no sistema de saúde brasileiro, especialmente nas regiões de fronteira. Equipes do SUS, da Força Nacional de Saúde e da Saúde Indígena estão em prontidão para mitigar efeitos de um eventual agravamento.
Operação militar na Venezuela, segundo Trump
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter liderado uma operação militar de grande escala que resultou na captura de Maduro. Segundo ele, Maduro foi retirado do país de helicóptero e levado a um navio de guerra, com perspectiva de comparecer a julgamento nos EUA. Caracas pediu provas de vida do governo norte-americano.
O governo brasileiro acompanha os desdobramentos diplomáticos, humanitários e de segurança, avaliando impactos regionais e reforçando a cooperação entre ministérios. Não houve confirmação oficial de detalhes adicionais por parte de autoridades brasileiras.
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