- O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse que a Grã-Bretanha não participou dos ataques dos EUA à Venezuela.
- Starmer afirmou a necessidade de manter a lei internacional e que quer falar com o presidente dos EUA, Donald Trump, para entender o que aconteceu.
- Trump afirmou ter capturado o presidente venezuelano Nicolás Maduro; a vice-presidente Delcy Rodríguez disse não saber a localização de Maduro.
- O governo britânico informou que, embora o Ministério das Relações Exteriores esteja apurando os fatos, cerca de 500 cidadãos britânicos na Venezuela precisam ficar seguros.
- O Ministério das Relações Exteriores britânico mantém aviso de viagem contra a Venezuela.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que o Reino Unido não participou dos ataques dos Estados Unidos à Venezuela. A declaração enfatiu a necessidade de respeitar o direito internacional e o desejo de conversar com o presidente norte-americano, Donald Trump, para esclarecer os fatos.
Na recém-divulgada sequência de eventos, Trump afirmou, em post divulgado na manhã de sábado, que as forças dos EUA haviam capturado o presidente venezuelano Nicolás Maduro e o removido do país. A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, disse não saber a localização de Maduro ou se ele estaria vivo.
Starmer destacou que a situação é rápida e está em desenvolvimento, reforçando a necessidade de confirmar informações. O premiê disse que pretende falar com Trump e com aliados para obter um quadro claro do que ocorreu e reiterou que o Reino Unido não esteve envolvido.
Resposta do governo britânico
O Ministério das Relações Exteriores britânico informou que trabalha para manter a segurança de cerca de 500 cidadãos britânicos na Venezuela. O governo britânico também mantém orientação de viagem contra deslocamentos ao país, dada a instabilidade.
O chanceler britânico ressaltou a importância de cumprir o direito internacional em situações de alto risco. A declaração ocorre enquanto a comunidade internacional acompanha os desdobramentos da ação dos EUA e suas consequências regionais.
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