- Comandos dos EUA teriam bombardeado a Venezuela e capturado o presidente Nicolás Maduro, conforme confirmação do presidente dos EUA, Donald Trump, gerando pânico e incerteza sobre quem ficaria no poder.
- O ataque começou por volta das duas da manhã, atingindo áreas próximas a uma base militar e deixando regiões do sul de Caracas sem eletricidade.
- No momento seguinte, o ministro do Interior, Diosdado Cabello, apareceu na televisão estatal, usando capacete e colete, pedindo que o povo não coopere com o “inimigo terrorista” e mantendo o sigilo sobre a situação.
- Vídeos verificados mostraram explosões e fumaça no Porto de La Guaira e no Aeroporto Generalíssimo Francisco de Miranda, enquanto o espaço aéreo venezuelano aparecia completamente desocupado.
- A população ficou em casa ou em filas para comprar mantimentos, com moradores relatando mistura de medo, incerteza e, para alguns, um tamanho desagrado com o governo.
O que aconteceu: comandados por forças dos EUA teriam bombardeado a Venezuela e capturado o presidente Nicolás Maduro, provocando pânico em Caracas. O ataque teria causado cortes de energia perto de bases militares, gerando incerteza sobre quem comandaria o país.
Quem está envolvido: autoridades americanas afirmaram a captura de Maduro. O interior do país foi tirado de circulação por forças leais ao governo. O ministro do Interior, Diosdado Cabello, apareceu rapidamente em TV pública para pedir cooperação e manter sigilo sobre a decisão.
Quando e onde: os eventos ocorreram na madrugada de sábado, em Caracas, capital venezuelana. Explosões, aeronaves e fumaça foram vistas na área sul da cidade, próxima a uma base militar, além de fumaça visível no Porto de La Guaira ao norte.
Como ocorreu e por quê: relatos de testemunhas indicam início por volta das 2h, com explosões e luzes no céu. A cidade ficou sem energia em parte de seu perímetro sul, perto de instalações militares, segundo imagens verificadas pela Reuters.
Desdobramentos imediatos: moradores ficaram em casa, buscando informações em smartphones. Em Valencia, central venezuelana, pessoas relatavam misto de medo e curiosidade sobre o que viria a seguir.
Contexto de tensão: a operação ocorre em meio a tensões entre Washington e Caracas, com acusações de tráfico de drogas e questionamentos sobre a legitimidade do governo. A oposição, liderada por Maria Corina Machado, acompanha os desdobramentos sem pronunciamento oficial.
Qualquer resposta do governo: o governo venezuelano não divulgou novas explicações imediatas. A oposição informou, por meio de X, que aguardaria informações oficiais, sem confirmar ou negar detalhes da operação.
Localizações e evidências: vídeos verificados mostraram fogo e fumaça próximos ao Porto de La Guaira e à Base Aérea Generalísimo Francisco de Miranda. Dados de radar de aeronaves mostraram espaço aéreo venezuelano sem tráfego no início da manhã.
Reação da população: relatos indicam ruas desertas, com moradores buscando suprimentos básicos e informações oficiais. Em Maracaibo, comerciantes e moradores registraram a apreensão pela continuidade da situação.
Fontes oficiais e confiáveis: a cobertura é baseada em relatos no local, imagens de vídeo verificadas e declarações públicas existentes. O conteúdo não apresenta opiniões; apenas fatos disponíveis até o momento.
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