- Um agente da Imigração e Alfândega (ICE) tentou entrar no consulado do Equador em Minneapolis, mas foi impedido por um funcionário.
- O episódio ocorreu durante a operação chamada Metro Surge, em que ICE e outras agências federais têm feito prisões de suspeitos de estar no país ilegalmente em Minneapolis.
- O consulado informou que o funcionário advertiu o agente de que não poderia entrar no prédio consular; o funcionário pediu que ele saísse.
- O ministro das Relações Exteriores do Equador afirmou ter apresentado uma nota de protesto à Embaixada dos EUA em Quito para evitar repetição de atos similares.
- Greg Meeks, principal democrata na Comissão de Relações Exteriores da Câmara, chamou o incidente de desrespeito à legalidade e destacou riscos diplomáticos.
ICE tenta entrar no consulado do Equador em Minneapolis; funcionário impede
Um agente da Imigração e da Alfândega dos EUA (ICE) tentou entrar no consulado do Equador em Minneapolis, mas foi impedido por um funcionário do local, segundo o ministério das Relações Exteriores do Equador. A ação levou a uma nota de protesto à Embaixada dos EUA em Quito.
A ocorrência ocorreu na manhã de terça-feira, por volta das 11h, durante o contexto de uma ofensiva de aplicação da lei migratória na cidade, que envolve várias agências federais. O consulado informou que solicitou proteção aos presentes no local.
O Ministério das Relações Exteriores equatoriano afirmou que enviou a nota de protesto à embaixada norte-americana para evitar que episódios desse tipo se repitam em qualquer consulado equatoriano nos EUA. Um vídeo mostrado pela imprensa registra o momento da abordagem.
O Departamento de Segurança Interna, responsável pela ICE, e o Departamento de Estado dos EUA não comentaram o caso até o momento. Críticos destacam a importância da proteção de instalações diplomáticas para evitar riscos a pessoas envolvidas.
- Repercussão política e diplomática: parlamentares alertam para riscos de precedentes que possam colocar funcionários e familiares de diplomatas em situação vulnerável. A posição oficial dos EUA permanece sem resposta pública até o fechamento desta reportagem.
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