- O Vaticano informou que não participará da iniciativa “Board of Peace” de Donald Trump, segundo o cardeal Pietro Parolin, chefe da diplomacia vaticana.
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- Parolin afirmou que os assuntos de crise devem ser tratados pela Organização das Nações Unidas (ONU).
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- O Papa Leão, o primeiro papa dos EUA, foi convidado a integrar o conselho em janeiro.
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- A proposta recebeu críticas por não incluir a Palestina e por ser vista como possível estrutura colonial; alguns aliados ocidentais evitaram adotar.
- O conflito em Gaza segue causando mortes e crises humanitárias, com o papa já destacando condições na região.
O Vaticano informou que não participará da iniciativa do presidente dos EUA, Donald Trump, chamada de “Board of Peace”. A afirmação foi feita pelo cardeal Pietro Parolin, o principal diplomata do Vaticano, nesta terça-feira. Segundo ele, os esforços para gerenciar crises devem ficar a cargo da Organização das Nações Unidas.
Parolin destacou que o Vaticano não integrará o conselho e reiterou a defesa de que a ONU é a instituição adequada para tratar de conflitos internacionais. A posição foi comunicada a poucos dias de o Papa ter sido convidado a integrar o board em janeiro.
Contexto internacional
O convite a participar gerou críticas entre especialistas, que veem o formato como semelhante a uma estrutura colonial. O conselho, lançado no mês passado, já recebeu reações cautelosas de aliados ocidentais e de países da região.
Gaza e desdobramentos regionais
A situação em Gaza permanece grave, com violações de cessar-fogo e um alto saldo de mortos desde outubro. A escalada envolve ações israelenses e ataques de militantes, elevando a crise humanitária na região. O Papa tem sido crítico de condições na região, sem, porém, participar de conselhos internacionais com frequência.
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