- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país vai fornecer dinheiro às Nações Unidas para fortalecê-las e torná-las viáveis.
- A declaração foi feita na reunião de abertura do Conselho de Paz, no Instituto de Paz dos EUA, em Washington, em 19 de fevereiro de 2026.
- Os Estados Unidos são o maior contribuinte do orçamento da ONU, mas, sob a gestão de Trump, deixaram de pagar valores obrigatórios e reduziram o financiamento voluntário de agências da ONU.
- Trump ressaltou que vão fortalecer as Nações Unidas, melhorar suas instalações e assegurar que a organização seja viável, reconhecendo seu potencial.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou durante a reunião inaugural do Conselho da Paz que o país vai destinar recursos ao Programa das Nações Unidas, com o objetivo de fortalecer a organização e torná-la viável a longo prazo. A declaração ocorreu na abertura do órgão, realizada na Washington, D.C.
Trump ressaltou que os Estados Unidos são o maior contribuinte do orçamento da ONU, mas que, sob sua gestão, o país tem recusado pagamentos obrigatórios aos orçamentos regulares e de paz, além de reduções no financiamento voluntário de agências da ONU.
O anúncio ocorre em meio a uma mudança de postura sobre financiamento internacional, com o objetivo de melhorar a infraestrutura da ONU e sustentar suas operações. A fala também indicou um foco na viabilidade financeira da organização global.
Finanças e orçamento
O presidente enfatizou a necessidade de apoio financeiro para que a ONU funcione com mais eficácia. O investimento visa fortalecer instalações e capacidades técnicas, além de garantir continuidade de programas existentes.
Contexto da reunião
O evento ocorreu no U.S. Institute of Peace, com participação de líderes globais vinculados ao Conselho da Paz. A ocasião marca o uso de uma pauta de cooperação internacional sob a gestão de Washington.
Impactos esperados
Analistas avaliam que o movimento pode influenciar a agenda de contribuições internacionais, com impactos sobre operações de paz, assistência humanitária e diplomacia multilateral. A imprensa acompanha possíveis desdobramentos.
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