- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o Irã tem 48 horas para fechar um acordo que encerre a guerra.
- Forças iranianas e norte-americanas procuram, neste sábado, um piloto dos EUA desaparecido após dois aviões de guerra terem sido abatidos.
- Teerã abriu a porta para negociações de paz por meio da mediação do Paquistão, mas não sinalizou disposição de ceder às exigências de Trump.
- Israel estaria pronto para atacar instalações de energia iranianas, em acorde com a possível autorização dos EUA; Trump ameaçou ampliar ataques caso não haja acordo.
- O Estreito de Ormuz permanece sob pressão, com o Irã quase bloqueando a passagem, o que afeta o fluxo global de petróleo e gás.
Forças iranianas e norte-americanas buscavam neste sábado um piloto dos EUA desaparecido após dois aviões de guerra terem sido abatidos sobre o Irã e o Golfo Pérsico, conforme aumentavam as tentativas de resgate. O presidente dos EUA, Donald Trump, avisou Teerã de que o prazo para um acordo para encerrar o conflito estaria se esgotando.
O episódio eleva o risco de amplição do confronto, já na sexta semana, com poucas perspectivas de diálogo. A guerra já provocou milhares de mortes, impactos econômicos globais e o estreito de Ormuz sob controle parcial iraniano.
Sinais mistos nas negociações
O Irã sinalizou abertura a conversas por meio de mediação paquistanesa, mas não indicou disposição de ceder às exigências americanas. O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, elogiou a mediação, sem confirmar disponibilidade de acordo.
Trump comunicou que não aceitaria propostas que não resultem em um fim duradouro do conflito, citando o estreito de Ormuz como área sensível para ações militares caso não haja acordo. A mensagem foi veiculada por meio de canais oficiais dos EUA.
Pressões regionais e respostas militares
O governo israelense informou que está avaliando ações para responder a ataques iranianos, com possibilidade de ataques adicionais dependentes de sinal dos EUA. Em resposta, o Irã relatou ações com drones e mísseis contra alvos israelenses e forças no Golfo.
A Guarda Revolucionária Islâmica afirmou ter utilizado novos sistemas de defesa aérea para interceptar aeronaves e drones, além de ataques contra estruturas militares e áreas estratégicas na região. Fontes militares israelenses também mencionaram ataques iranianos.
Detalhes do conflito e buscas
Um F-15E norte‑americano foi abatido, conforme autoridades de ambos os lados, e o resgate de um tripulante continua em andamento. Dois helicópteros Black Hawk que participavam da operação foram atingidos, mas conseguiram deixar a zona de combate.
Relatos indicam que o Irã ampliou ataques contra alvos no Kuwait e no território iraniano, enquanto as forças dos EUA realizaram operações de defesa no espaço aéreo da região. Em meio ao caos, o Estreito de Ormuz permanece sob tensão política e militar.
Panorama internacional
Analistas observam que o confronto pode trazer impactos econômicos globais, agravando a crise energética e elevando preços de petróleo. Observadores ressaltam a dificuldade de chegar a um acordo que satisfaça as partes envolvidas sem escaladas adicionais.
O fluxo de informações permanece complicado, com diferentes relatos sobre ataques, defesas aéreas e ações diplomáticas. Autoridades dos EUA e do Irã não divulgaram informações oficiais adicionais sobre o estado dos pilotos e das navios envolvidos.
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