- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esperar assinar neste domingo (14) um acordo de paz com o Irã para encerrar o conflito e reabrir imediatamente o Estreito de Ormuz.
- O Paquistão, mediador nas negociações, confirmou que EUA e Irã planejam assinar digitalmente um acordo preliminar no fim de semana.
- O Irã, por meio do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, disse que a assinatura não deve ocorrer no domingo, mas não descartou o acordo nos próximos dias.
- O objetivo imediato é suspender o bloqueio ao Estreito de Ormuz, rota estratégica para petróleo e gás, cuja circulação tem sido afetada desde 28 de fevereiro.
- O Irã indicou possibilidade de cobrar taxas pela travessia; países do G-7 estudam enviar navios para varredura e retirada de minas assim que o conflito terminar.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esperar a assinatura de um acordo de paz com o Irã neste domingo, visando encerrar o conflito no Oriente Médio e abrir o Estreito de Ormuz de forma imediata após o acordo.
O Paquistão, mediador nas negociações, confirmou neste sábado que EUA e Irã planejam assinar digitalmente um acordo preliminar ainda neste fim de semana.
O Irã, por meio do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, disse que a assinatura não deve ocorrer no domingo, mas não afastou a possibilidade de um acordo nos próximos dias.
Desbloqueio do Estreito de Ormuz
O objetivo central do acordo seria a suspensão do bloqueio ao Estreito de Ormuz, rota-chave para o transporte global de petróleo e gás natural.
A região tem registrado tensão desde 28 de fevereiro, o que elevou preços de combustível e impactos em custos de alimentos em vários mercados.
Trump informou em rede social que a assinatura ocorrerá amanhã e, imediatamente após, o Estreito de Ormuz estaria aberto para tráfego de navios.
Enquanto o Ocidente defende trânsito livre, o Irã sinalizou a possibilidade de cobrar tarifas para a travessia. Países do G-7, como Reino Unido e França, planejam enviar navios militares para apoio logístico e de minas após o encerramento oficial do conflito.
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