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Caso Master: investigadores solicitam novos inquéritos por corrupção

PF e MPF avançam com novos inquéritos, envolvendo corrupção e compra de apoio parlamentar, expandindo a investigação além do negócio Master-BRB

Sede do Banco Master em São Paulo
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  • PF e MPF estudam abrir novos inquéritos separados do caso original, incluindo suspeita de corrupção envolvendo a compra do Master pelo BRB.
  • O inquérito principal no Supremo Tribunal Federal, iniciado a partir da denúncia do Banco Central, deve ser concluído em até 60 dias com indicação de crime patrimonial e contra o sistema financeiro e remessa à primeira instância.
  • A partir dos novos indícios, as investigações devem vincular linhas dissociadas do caso original para fundamentar novos pedidos de apuração.
  • Há suspeitas de corrupção de agentes políticos e pagamento de suborno a integrantes de órgãos públicos, com foco no Senado.
  • Os próximos passos incluem pedidos de abertura de novas investigações em várias instâncias, com possível sorteio de novo relator para os desdobramentos.

Investigadores da Polícia Federal e do Ministério Público Federal já definiram próximos passos para a investigação envolvendo a segunda operação sobre o banco Master. O foco inicial é o inquérito no Supremo que apura fraude de balanços para viabilizar a compra da instituição pelo BRB, mas o objetivo é abrir novas apurações em diferentes instâncias.

A apuração principal deve ser finalizada em até 60 dias, com indicação de crime patrimonial e contra o sistema financeiro, e sugestão de remessa a primeira instância. A ideia é, porém, conectar outros indícios ao caso original, criando novas linhas de investigação.

As novas investigações mirariam suspeitas de corrupção e compra de apoio parlamentar, especialmente no Senado. Dados reunidos em operações de busca e apreensão indicam possíveis pagamentos de suborno a agentes públicos em diferentes esferas do Estado.

Novas linhas de apuração

O Ministério Público e a PF avaliam que o BRB deixa de ser protagonista e passa a figura secundária em um tabuleiro maior. O objetivo é abrir apurações independentes, não ligadas diretamente ao negócio original com o Master.

Segundo fontes, há indícios suficientes para instaurar investigação separada sobre corrupção de agentes políticos com foro. Caso aplicado, poderá exigir sorteio de novo relator para as apurações que vierem a ser iniciadas.

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