Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Tarcísio afirma autonomia policial em operação contra gestão Nunes

Tarcísio afirma autonomia da polícia na operação contra a prefeitura e a produtora de Dark Horse, investigando suposto desvio de recursos de R$ 108 milhões

Governador de Sâo Paulo, Tarcísio de Freitas
0:00
Carregando...
0:00
  • O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que a Polícia Civil tem autonomia para investigar a operação contra a prefeitura da capital e a produtora do filme Dark Horse, sem interferência do governo estadual.
  • A ação mira um contrato de R$ 108 milhões entre a prefeitura e o Instituto Conhecer Brasil, ONG presidida por Karina Ferreira da Gama, produtora do filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
  • A polícia investiga irregularidades no contrato, que previa instalação de pontos de wi‑fi em regiões periféricas de São Paulo.
  • Também há apuração sobre possível desvio de recursos para custear o filme, com endereços do Instituto Conhecer Brasil e da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia entre os alvos.
  • Há suspeitas de direcionamento na licitação, com participação apenas do Instituto Conhecer Brasil, cuja atuação anterior seria em feiras de livros e eventos literários ou religiosos.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que a Polícia Civil tem autonomia para investigar a prefeitura e a produtora do filme Dark Horse. Ele reforçou que o governo estadual não interfere nas ações da polícia.

A declaração ocorreu durante agenda em Rio Claro, interior, após críticas de Ricardo Nunes (MDB), prefeito de São Paulo, sobre a operação realizada ontem. Nunes disse tratar-se de perseguição política caso o episódio tenha relação com o filme.

A operação, batizada de Wi-Fi, mira um contrato de R$ 108 milhões entre a prefeitura e o ICB (Instituto Conhecer Brasil). O ICB é presidido por Karina Ferreira da Gama, produtora do longa Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A ação apura irregularidades no acordo, que previa instalação de pontos de wi-fi em regiões periféricas da capital. A polícia também investiga possível desvio de recursos para custear o filme, com alvos incluindo endereços do ICB e da SMIT (Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia).

Segundo as investigações, há suspeitas de direcionamento na licitação, na qual o ICB foi o único participante. A ONG seria acionada sem histórico técnico ou experiência no setor de telecomunicações, atuando majoritariamente em feiras de livros e eventos de natureza literária ou religiosa.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais