- Em 2026, o Supremo Tribunal Federal enfrenta uma situação tática complexa após a condenação inédita de um ex-presidente e de militares por crimes contra a democracia.
- O texto descreve gestos de vaidade entre alguns ministros e críticas internas ao comportamento institucional, insinuando desvio de foco ou autopreservação.
- O escândalo do Master ocorreu com a desativação do inquérito após o relator viajar de jatinho particular com um advogado de diretor de banco.
- Um contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de advocacia da mulher de um ministro e um banco liquidado gerou controvérsia, com acusações de tentativa de ganho de influência.
- O decano editou uma liminar para bloquear pedidos de impeachment no Senado contra si e colegas; houve recuo parcial, mas o tema permanece em pauta, enquanto o Código de Ética enfrenta resistência interna e pressões externas.
O Supremo Tribunal Federal chega a 2026 em situação paradoxal: houve uma condenação inédita de um ex-presidente e de militares graduados por crimes contra a democracia.
Relatores e ministros enfrentam críticas sobre conduta institucional. O inquérito conhecido como Master teve desdobramento interrompido após o relator viajar de jatinho particular acompanhado de um advogado ligado a diretor de banco.
Ainda no âmbito interno, a Justiça recebeu uma liminar blindando o Senado de pedidos de impeachment contra ministros, enquanto um recuo parcial foi negociado nos bastidores.
Entre as tensões, o Código de Ética proposto pelo presidente do STF enfrenta resistência interna, com acusações de conchavos e indicações de terceiros para tribunais inferiores, levantando desníveis entre normas e práticas.
O cenário indica que o Supremo precisa de um esforço de autossocorro para restaurar credibilidade, diante de episódios que abalam a imagem institucional e a confiança pública.
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