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Gilmarpalooza 2026 é confirmado em meio a escândalo no STF

Gilmarpalooza 2026 ocorre de 1º a 3 de junho em Lisboa, após mudança de julho para junho para evitar conflito com a Copa, em meio ao desgaste do STF

Organizado anualmente por Gilmar Mendes em Lisboa, Gilmarpalooza 2026 está confirmado para 1º a 3 de junho. (Foto: Antonio Augusto/STF)
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  • Gilmarpalooza 2026 foi confirmado para os dias 1º a 3 de junho, em lisboa, com mudança de data para evitar a Copa do Mundo.
  • O evento é organizado pelo IDP, em parceria com centros acadêmicos portugueses e a Fundação Getúlio Vargas, e ocorre na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
  • O fórum acontece em meio a desgaste da imagem do STF e a debates sobre conduta de magistrados, viagens, patrocínios e conflitos de interesse.
  • Críticos apontam que o encontro funciona como espaço informal de articulação política, com pouca transparência sobre convites e financiamentos.
  • Ainda não foram divulgados tema, nomes de palestrantes ou informações detalhadas sobre patrocinadores e custos.

Em meio a uma sequência de questionamentos envolvendo o STF, será realizada a décima quarta edição do Fórum Jurídico de Lisboa, conhecido como Gilmarpalooza, em 2026. O encontro ocorre entre 1º e 3 de junho, em Portugal, com mudança de data para não coincidir com a Copa do Mundo.

Segundo as redes oficiais do evento, o Gilmarpalooza 2026 acontece na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. A organização é conduzida pelo IDP, fundado pelo ministro do STF Gilmar Mendes, em parceria com centros portugueses e a FGV.

O evento, de caráter acadêmico, reúne ministros, integrantes do governo, advogados e acadêmicos para debater temas de Direito, democracia e governança. A edição 2026 ocorre em um momento de desgaste da imagem do Judiciário brasileiro.

Críticos apontam que, na prática, o fórum funciona como espaço informal de articulação política, com pouca transparência sobre convites e custos. A organização não confirmou tema nem lista de palestrantes.

A ausência de informações sobre patrocinadores, financiamento de despesas e quem cobre passagens e hospedagem alimenta questionamentos. Especialistas ressaltam riscos de mistura entre interesses públicos e privados no encontro.

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