- Fachin vai apresentar aos ministros relatório da Polícia Federal que detalha as menções ao ministro Dias Toffoli encontrados no celular de Daniel Vorcaro e as respostas de Toffoli a Fachin.
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- A sessão plenária terminará mais cedo para uma reunião entre os ministros; o conteúdo é sigiloso e acompanhará por vídeo os que não estiverem presentes.
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- Fachin já informou à Procuradoria-Geral da República; o procurador-geral Paulo Gonet pode se manifestar sobre o caso.
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- A PF apresentou a representação como Arguição de Suspeição, processo que analisa se um ministro deve deixar o caso; sessão secreta deve ocorrer nos próximos dias.
O presidente do STF, Luiz Edson Fachin, vai apresentar a todos os ministros o relatório da PF que detalha menções ao ministro Dias Toffoli encontradas no celular de Daniel Vorcaro. Em seguida, Fachin exporá a resposta de Toffoli às informações.
A reunião de hoje ocorre na Presidência do STF, com ministros presentes por videoconferência, já que alguns acompanham à distância. O conteúdo do relatório e a manifestação de Toffoli permanecem sigilosos.
Fachin já informou a Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o relatório da PF. O titular da PGR, Paulo Gonet, pode se manifestar sobre o caso nos próximos dias.
Contexto e natureza da representação
A PF protocolou a Arguição de Suspeição, processo que analisa se um ministro deve deixar um caso. A condução é de responsabilidade do presidente do STF, com eventual encaminhamento ao plenário em sessão secreta.
A expectativa é que a sessão ocorra ainda nos próximos dias, conforme apuração. Ministros da corte que não estão presentes acompanharão a reunião por vídeo.
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