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Supremo pode enfrentar críticas por lentidão em decisões

Ideia aponta queda de credibilidade do Supremo Tribunal Federal, com eleitores informados propensos a apoiar impeachment de magistrados

Prédio do STF
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  • Em junho do ano passado, pesquisa Datafolha mostrou que 58% dos brasileiros tinham vergonha dos ministros do Supremo.
  • Nove meses depois, Bolsonaro e oficiais das Forças Armadas citados como “minhas Forças Armadas” estão na cadeia.
  • Pesquisa Ideia divulgada nesta quarta aponta que quase sete em cada dez brasileiros familiarizados com o caso Master veem a credibilidade do Supremo abalada pelo escândalo.
  • Entre os informados sobre o caso, 35% dizem que o Supremo é a instituição mais enroscada no escândalo, acima do governo federal (21%) e do Congresso (17,9%).
  • Conforme a sondagem, 44% dos entrevistados estão propensos a apoiar impeachment de magistrados, enviando candidatos comprometidos para o Senado.

Em junho do ano passado, pesquisa Datafolha mostrou que a maioria dos brasileiros (58%) dizia ter vergonha dos ministros do Supremo. O estudo indicou ainda uma crença de que o julgamento sobre o que chamou de complô do golpe poderia melhorar as coisas.

Nove meses depois, o texto afirma que Bolsonaro e oficiais a quem ele se referia como “minhas Forças Armadas” estariam na cadeia. A notícia aparece associada a desdobramentos do caso Master.

Segundo a pesquisa Ideia, entre os brasileiros informados sobre o caso, 35% consideram o STF a instituição mais envolvida no escândalo, contra 21% do governo federal e 17,9% do Congresso.

Ainda conforme o levantamento, quase 70% (69%) dos respondents familiarizados com a trama avaliam que a credibilidade do STF foi abalada pelo caso Master. Além disso, 44% disseram estar propensos a apoiar senadores favoráveis ao impeachment de magistrados.

O texto também aponta que o desgaste individual de ministros como Alexandre de Moraes e Dias Toffoli contribui para a percepção de erosão da imagem da instituição. A referência utiliza a metáfora de que a compreensão do tempo pode chegar ao crepúsculo, sugerindo que a percepção pública evolui com o acúmulo de fatos.

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