- O ministro Alexandre de Moraes autorizou o compartilhamento de provas, obtidas em investigação contra Eduardo Bolsonaro, com a Polícia Federal.
- Os documentos são para aperfeiçoar apurações envolvendo abandono de cargo e obstrução de justiça que tramitam no STF.
- Na PF, há dois procedimentos administrativos contra Eduardo: explicações sobre o abandono do cargo e apuração de conduta como escrivão, com ofensas e ameaças a servidores.
- Moraes afirmou que o compartilhamento das provas é razoável, adequado e pertinente aos procedimentos contra Eduardo Nantes Bolsonaro.
- Eduardo Bolsonaro está em Miami, EUA, e tem tido atuação ligada a uma campanha internacional que busca pressionar sanções contra o Brasil para favorecer a defesa de Jair Bolsonaro.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou o compartilhamento de provas obtidas em investigação contra Eduardo Bolsonaro com a Polícia Federal. O material envolve coação no curso do processo e obstrução de justiça que tramitam na Corte.
Na PF, existem dois procedimentos administrativos contra o ex-deputado: um envolve explicações pelo abandono do cargo após cassação na Câmara; o outro apura a conduta dele como escrivão, com ofensas, ameaças e exposição de servidores.
O compartilhamento, segundo Moraes, pode auxiliar o andamento do procedimento contra Eduardo Nantes Bolsonaro, tornando o material útil e pertinente para as investigações. O ex-parlamentar está atuando de fora do país, em Miami, nos EUA.
Contexto das investigações
Eduardo Bolsonaro é alvo de apurações que tratam de condutas no cargo e de atitudes que teriam impactos na imagem da Polícia Federal. A ação envolve aindaões de servidores e a relação com investigações que tramitam no STF.
Situação atual
Além das investigações, Eduardo Bolsonaro tem se envolvido em atividades políticas no exterior, liderando ações de apoio a sanções contra o Brasil. A movimentação ocorre em meio a disputas políticas envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
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