- Documentos indicam que o ministro Alexandre de Moraes embarcou em um jatinho ligado ao empresário Daniel Vorcaro, em Brasília, na véspera de uma reunião entre eles.
- A reportagem aponta que as aeronaves associadas a Vorcaro teriam sido usadas em deslocamentos ligados ao escritório da família de Moraes, em 2025.
- Mensagens de Vorcaro, divulgadas por veículos locais, sugerem encontros próximos a voos privados, reforçando a suspeita de relação próxima entre as partes.
- O escritório da esposa de Moraes, Viviane Barci, afirmou que contratações de transporte aéreo ocorreram apenas em condições comerciais; Moraes nega irregularidades.
- A divulgação do caso aumenta a pressão política sobre o STF e levou a cobranças de apuração por parte de parlamentares, diante de possíveis conflitos de interesse.
Nos últimos dias surgiram novos elementos sobre a relação entre o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e o empresário Daniel Vorcaro, controller do Banco Master. Documentos indicam uso de aeronave ligada ao empresário em momento-chave da Santa crise envolvendo o caso financeiros.
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, registros de voo apontam que Moraes embarcou em Brasília em um jatinho vinculado à empresa de Vorcaro na véspera de encontro entre ambos. A coincidência temporal reacende dúvidas sobre possíveis acordos entre as partes.
A coluna de Malu Gaspar, de O Globo, acrescenta que mensagens de Vorcaro sugerem encontros próximos a voos privados, fortalecendo a leitura de contato frequente. O episódio também envolve o escritório de advocacia da família do ministro, que teve contrato com o Master.
Registros indicam ainda que aeronaves associadas a Vorcaro teriam sido utilizadas ao longo de 2025 em deslocamentos vinculados ao banco e ao escritório ligado à família de Moraes. A apuração busca esclarecer eventual conflito de interesses.
Repercussão e posicionamentos
Moraes nega irregularidades, afirmando não ter usado aeronaves de Vorcaro nem mantido relação pessoal com o empresário. O escritório de Viviane Barci, esposa do ministro, afirma que contratos de transporte ocorreram apenas em termos comerciais.
A divulgação dos fatos intensificou a pressão política sobre o STF e estimularam pedidos de investigação no Congresso. Parlamentares da oposição cobram apuração de eventual conflito de interesses, especialmente em processos relacionados ao caso.
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