- O CFPB processa Walmart e a prestadora de folha de pagamento Branch Messenger por supostas práticas ilegais de pagamento a motoristas de entrega da Spark Delivery.
- A acusação afirma que contas de depósito foram criadas usando números de Seguro Social dos motoristas sem consentimento.
- As contas poderiam trazer taxas altas, de 2% ou 2,99 dólares por transação, conforme o valor maior.
- A agência afirma que houve promessa de pagamentos no mesmo dia a partir de julho de 2021, que não foi cumprida.
- Segundo o CFPB, foram cerca de dois anos de práticas injustas, abusivas e enganosas, com alegações de coerção e informações falsas; a ação foi protocolada no Distrito de Minnesota, nos EUA.
O Consumer Financial Protection Bureau (CFPB) moveu ação contra a Walmart e a empresa de folha de pagamento Branch Messenger. A acusação envolve práticas de pagamento de trabalhadores de entregas.
Segundo o CFPB, a Walmart abriu contas de depósito diretamente usando o SSN dos motoristas Spark Delivery, sem consentimento. As contas poderiam ter taxas altas por transação, com valor mínimo entre 2% ou 2,99 dólares.
A queixa alega que, por cerca de dois anos, a partir de junho de 2021, as empresas praticaram atitudes enganosas, abusivas e injustas. Entre elas, obrigar motoristas Spark a receber pagamentos em contas Branch sem consentimento informado.
A ação também acusa promessas falsas de pagamento no mesmo dia via plataforma Branch, que nunca foram cumpridas. Além disso, há alegação de comunicação enganosa sobre a Branch aos motoristas Spark, segundo o CFPB.
Motivação da denúncia envolve cobranças de taxas e controle de renda, segundo o CFPB. A agência sustenta que Walmart detinha poder sobre o método de pagamento de mais de um milhão de entregadores.
A ação foi ajuizada na Corte Distrital de Minnesota, nos EUA. Os processos apontam que as condições drenavam ganhos dos trabalhadores com tarifas não proporcionais.
Spark Delivery e Branch Messenger são citadas como rés na acusação, apresentada em conjunto com a Walmart. As informações se baseiam em alegações do CFPB, ainda sujeitas a provas em juízo.
A denúncia detalha que muitos motoristas não tiveram opção de depositar diretamente em contas de bancos ou cooperativas de crédito de sua escolha. A narrativa também envolve supostas ameaças de demissão para quem não aceitasse as contas.
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