- Oito prisioneiros ligados ao Palestine Action seguem em greve de fome enquanto aguardam julgamento, detidos em Bronzefield, New Hall e outras unidades no Reino Unido.
- Zuhrah, de 20 anos, e Gib, de 30, em Bronzefield, começaram a greve em dois de novembro; Heba Muraisi, de 31 anos, em New Hall, aderiu em três de novembro; três estavam hospitalizados no fim de semana. Zuhrah e Gib retomaram a alimentação temporariamente por deterioração da saúde, prometendo retomar o protesto no próximo ano.
- Especialistas da ONU manifestaram grave preocupação com o tratamento e cobrarão que o Reino Unido cumpra normas internacionais de direitos humanos, incluindo acesso rápido a atendimento médico e respeito à ética médica.
- Houve relatos de negativa de ambulância para Zuhrah em Bronzefield, apesar de dor extrema; familiares e apoiadores protestaram e exigiram atendimento médico urgente.
- Famílias e advogados enviaram carta ao secretary of justice David Lammy, pleiteando reunião, enquanto autoridades avaliam a situação frente à demora de remanejamento de casos e ao histórico de greves.
Eight prisioneiros ligados ao Palestine Action seguem em greve de fome enquanto aguardam julgamento, em três unidades britânicas. A mobilização começou antes do banimento do grupo sob leis antiterrorismo, e envolve prisões preventivas com denúncias de atraso médico e pressão institucional.
Os presos estão espalhados entre a Bronzefield, em Surrey, e a New Hall, com outros registros não especificados. Entre eles estão Qesser Zuhrah, Amu Gib, Heba Muraisi, Teuta Hoxha, Kamran Ahmed e Lewie Chiaramello. Um deles tem diabetes, o que aumenta os riscos à saúde.
Zuhrah e Gib retomaram a alimentação de forma temporária na terça-feira, devido ao agravamento da condição, porém anunciaram a continuidade da mobilização no próximo ano. Três prisioneiros estavam hospitalizados na avaliação recente, conforme relatos de familiares.
Especialistas independentes da ONU manifestaram preocupação grave sobre o tratamento dos grevistas. Eles destacam a obrigação do Estado de assegurar acesso rápido a atendimento médico e respeitar a ética médica, sem represálias ou pressões.
No fim de semana, três prisioneiros — Zuhrah, Gib e Ahmed — estiveram hospitalizados simultaneamente, com Ahmed já internado três vezes desde o início da greve. Juristas destacam a necessidade de atendimento emergencial quando indicado clinicamente.
Relatos recentes mencionam negação de ambulância ao Bronzefield para Zuhrah, enquanto ela apresentava forte sofrimento físico. Familiares e apoiadores pedem reunião com o secretário de Justiça, conforme imprensa de advogados que apontam violação de políticas internas sobre greves.
Há preocupação governamental com o estado dos detidos e cautela sobre abrir precedentes que facilitem encontros com autoridades, dados os extensos prazos de transferência e a sobrecarga do sistema judiciário. A situação continua em acompanhamento internacional.
Un especialistas ressaltam preocupações sobre tratamento
A ONU reiterou a necessidade de proteção dos direitos dos grevistas, destacando que a greve de fome é meio de protesto e que a responsabilidade do Estado é evitar mortes em custódia. A avaliação enfatiza que atrasos médicos podem violar normas internacionais.
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