- STF condenou Filipe Martins e mais quatro réus do núcleo 2 da tentativa de golpe de Estado, com pena de 21 anos e 120 dias de prisão.
- Defesa afirma que o ministro Alexandre de Moraes decretou prisão domiciliar de Martins; PF esteve na casa do ex-assessor.
- A defesa vinculou a prisão domiciliar à suposta fuga do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques.
- Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República, o grupo elaborou a minuta do golpe, monitorou atividades e planejou ataques a autoridades, além de articular na PRF para dificultar o voto de eleitores do Nordeste em 2022.
- O STF ainda não se pronunciou sobre a prisão domiciliar.
O ministro do STF Alexandre de Moraes teria decretado a prisão domiciliar de Filipe Martins, segundo afirma a defesa. A informação foi divulgada na manhã deste sábado 27.
A defesa de Filipe Martins informou que agentes da Polícia Federal estavam na residência do ex-assessor de Jair Bolsonaro. O comunicado foi feito nas redes sociais pelo advogado Jeffrey Chiquini.
Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República, Martins integrava núcleo ligado à elaboração de um “minuta do golpe” e participava do monitoramento e de planos de violência contra o Estado Democrático de Direito. O STF ainda não se manifestou oficialmente sobre a prisão domiciliar.
A condenação de Martins ocorreu em 16 de dezembro, pela Primeira Turma do STF, juntamente com outros réus do mesmo núcleo, envolvendo também a articulação na Polícia Rodoviária Federal para dificultar o voto de eleitores do Nordeste em 2022. A pena prevista é de 21 anos e 120 dias de prisão.
A matéria está em atualização. Fontes oficiais ainda não comprovaram a decisão de Moraes ou detalhes sobre cumprimento da medida.
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