- STF manteve a prisão preventiva de Filipe Martins após a audiência de custódia, conduzida por uma juíza auxiliar do gabinete do ministro Alexandre de Moraes.
- Martins estava em prisão domiciliar desde o dia 27 de dezembro, em Ponta Grossa (PR), com tornozeleira eletrônica e proibições de uso de redes sociais; integra o “núcleo dois” da suposta tentativa de golpe ligada a Silvinei Vasques.
- Nesta manhã, a Polícia Federal prendeu Martins novamente por usar o LinkedIn; o advogado pediu a revogação da prisão por erro material, alegando protocolo inadequado.
- A juíza explicou que o pedido deve tramitar dentro da ação penal, não no âmbito da audiência de custódia.
- Martins afirmou à magistrada que, se a prisão for mantida, o Estado brasileiro poderá ser considerado reincidente pela ilegalidade anterior, referindo-se aos seis meses de detenção anteriores.
O STF manteve a prisão preventiva de Filipe Martins após a audiência de custódia realizada nesta sexta-feira. A ação foi conduzida por uma juíza auxiliar do gabinete do ministro Alexandre de Moraes. Martins estava em prisão domiciliar desde 27 de dezembro, em Ponta Grossa (PR), com tornozeleira eletrônica e proibições de redes sociais. Ele integra o chamado núcleo 2 da suposta tentativa de golpe, com ligação a Silvinei Vasques.
Durante a audiência, Martins não apontou abusos ou irregularidades por parte das autoridades que cumpriram o mandado de prisão. A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou pela regularidade dos trâmites. Martins já enfrentava medidas cautelares anteriores.
Novo desdobramento na investigação
Nesta manhã, a Polícia Federal prendeu Martins novamente por usar seu perfil no LinkedIn. O advogado Ricardo Fernandes solicitou a revogação da prisão preventiva por alegado erro material, mas a magistrada disse que o pedido deveria tramitar na ação penal correspondente.
Filipe Martins comentou, durante a oitiva, a possível reincidência do Estado brasileiro na condução do caso, citando a sequência de medidas anteriores e a situação envolvendo a viagem aos Estados Unidos. A defesa não apresentou dados que alterassem a decisão de manter a custódia.
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