- Um juiz de Los Angeles reiniciou uma ação contra Marilyn Manson com base em uma nova lei que reabre casos de abuso sexual já prescreveram.
- A ação, movida em maio de 2021 pela ex-assistente do músico, alega abuso sexual ocorreu entre 2010 e 2011.
- A nova legislação abriu uma faixa temporal de dois anos para reavaliar casos que já tinham prescrição.
- O juiz Steve Cochran aceitou novamente o processo, afirmando que a prescrição pode ser revertida.
- O advogado de Manson afirmou que a ação não terá sucesso, negando os estupros e dizendo que ele nunca cometeu abuso sexual.
Um juiz de Los Angeles reinstalou uma ação civil contra o músico Marilyn Manson após a aplicação de uma nova lei que permite reabrir casos antigos de abuso sexual.
A ação foi movida em maio de 2021 pela ex-assistente Ashley Walters, que alega ter sido alvo de abuso sexual durante o período em que trabalhou na Manson Records, entre 2010 e 2011.
A corte havia rejeitado o processo em dezembro por exceder o prazo de prescrição. Walters pediu reconsideração em janeiro, citando a nova janela de dois anos para casos já encerrados.
Contexto legal
O juiz Steve Cochran confirmou a reinicialização do processo durante audiência, afirmando que a lei recente revive a alegação. Walters afirma ter sido vítima de abuso durante o vínculo com a gravadora.
O advogado de Manson, Howard King, sustenta que a ação não procede, citando que as alegações relevantes de assédio no ambiente de trabalho são antigas e não configuram, segundo o argumento dele, abuso sexual sob o novo marco legal.
Historicamente, Manson, cujo nome verdadeiro é Brian Hugh Warner, já enfrentou acusações de abuso por outras mulheres, entre elas Esmé Bianco e Evan Rachel Wood. Alguns casos foram resolvidos ou encerrados, com diferentes desfechos judiciais.
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