- A corte distrital da Coreia do Sul deve anunciar hoje a decisão no julgamento de Kim Keon Hee, mulher do ex-presidente deposto Yoon Suk Yeol, sobre acusações que incluem suborno.
- Os procuradores pedem quinze anos de prisão e multa de 2,9 bilhões de won, envolvendo supostos presentes como bolsas da Chanel e um colar de diamante da Igreja Unificação em troca de favores políticos.
- Outras acusações a serem decididas pela Corte Distrital Central de Seul incluem manipulação de ações e violações de leis de financiamento político, por receber pesquisas de opinião de um negociante de poder em troca de influência na escolha de candidatos.
- A defesa afirma que Kim “aproveitou-se do status de esposa do presidente” para receber dinheiro e objetos de valor, enquanto a Igreja Unificação nega que tenha direcionado presentes para suborno; o líder da igreja, Han Hak-ja, também está em julgamento.
- Yoon Suk Yeol enfrenta oito processos, incluindo insurreição, após a tentativa de impor a lei marcial em 2024; ele recorreu de uma pena de cinco anos por obstrução à prisão após o decreto marcial.
O tribunal distrital de Seul pode proferir nesta quarta-feira a decisão no julgamento de Kim Keon Hee, mulher do ex-presidente Yoon Suk Yeol, acusada de lavagem de dinheiro e outros crimes, incluindo corrupção. A sentença pode levar a prisão, caso condenada.
As acusações abordam recebimento de bens de alto valor, como bolsas Chanel e um colar de diamante, supostamente em troca de favores políticos. O veredito envolve, ainda, manipulação de ações e violação de leis de financiamento político.
Kim nega as acusações. A defesa sustenta que os presentes foram recebidos sem qualquer contrapartida. A Igreja da Unificação afirma que os presentes foram entregues sem intenção de suborno, e o líder Han Hak-ja também nega envolvimento direto na suposta prática de suborno.
O Ministério Público pediu 15 anos de prisão e multas de 2,9 bilhões de won. Outros vereditos a depender incluem decisões sobre condicionantes de financiamento político e supostos efeitos sobre nomeações.
Yoon Suk Yeol, afastado do cargo em 2024, enfrenta oito ações judiciais, incluindo suspeita de insurreição após tentativas de decretar lei marcial. Ele já recorreu de uma condenação de cinco anos por obstrução à prisão.
Entre na conversa da comunidade