- Suzane von Richthofen, após a morte do tio Miguel Abdalla Netto, mandou soldar o portão da residência dele no Campo Belo e retirou um veículo avaliado em mais de R$ 120 mil para um local seguro, medidas para evitar novas invasões e preservar bens.
- A jornalista Fábia Oliveira informou que ela também apresentou documentos no processo de inventário para comprovar a condição de herdeira do médico, que não deixou testamento.
- Miguel Abdalla Netto não deixou filhos nem casado; a herança de cerca de R$ 5 milhões entrou em disputa entre Suzane e Carmem, mulher que afirma união estável de quase quinze anos com o tio.
- O inventário tramita sem definição final sobre a partilha, e não houve confirmação de que Suzane seja a única beneficiária.
- Internautas comentaram nas redes, com viradas entre defesa da legalidade e críticas morais, relembrando o crime de 2002 que levou Suzane à prisão.
Suzane von Richthofen voltou a aparecer no centro de uma polêmica ligada à herança de Miguel Abdalla Netto, tio da acusada pelo assassinato dos pais. A controvérsia envolve movimentações no inventário estimado em cerca de 5 milhões de reais e repercussão nas redes.
Segundo a colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, Suzane tomou providências após a morte do tio. A notícia foi amplamente divulgada pela página Choquei no Instagram, gerando milhares de comentários e críticas à réu. Muitos internautas chegaram a questionar o crime.
A reportagem aponta que Suzane mandou soldar o portão da casa de Miguel, no Campo Belo, Zona Sul de São Paulo, após invasões anteriores. A intenção seria evitar novos furtos e resguardar os bens deixados pelo tio, além de retirar um veículo avaliado em mais de 120 mil reais para um local seguro.
No processo de inventário, a ex-detenta apresentou documentos para comprovar a condição de herdeira do médico. O quadro indica que ainda não houve decisão final sobre a partilha dos bens, que segue em tramitação.
Miguel Abdalla Netto não deixou filhos nem cônjuge, e era irmão de Marísia von Richthofen, mãe de Suzane. O médico não deixou testamento, conforme verificado por checagem oficial. A partilha segue pela via da herança legítima, com disputas entre Suzane e Carmem, possível união estável de quase 15 anos, segundo informações não confirmadas pela Justiça.
A repercussão nas redes já incluiu críticas e ironias sobre o passado de Suzane. Comentários variaram entre defesa do devido processo legal e questionamentos morais, sem indicação de conclusão judicial sobre o destino da herança.
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