Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Justiça proíbe invocar Deus e usar Bíblia no parlamento

TJPB proíbe invocar Deus e usar a Bíblia em sessões do parlamento para preservar laicidade, neutralidade e liberdade de culto

Justiça
0:00
Carregando...
0:00
  • O Tribunal de Justiça da Paraíba proíbe invocar Deus e usar a Bíblia em sessões legislativas, afirmando que isso viola a Constituição e a laicidade do Estado.
  • A decisão sustenta a neutralidade do Parlamento e a necessidade de não permitir que práticas religiosas influenciem o processo legislativo.
  • O TJ Paraíba manteve o entendimento após ação civil pública do Ministério Público da Paraíba, que apontou afronta à liberdade de culto de quem não professa a mesma religião.
  • Entidades favoráveis à laicidade e à liberdade religiosa comemoraram, enquanto grupos religiosos tradicionais criticaram a decisão, alegando violação à liberdade de expressão religiosa.

A Justiça da Paraíba proibiu a invocação de Deus e o uso da Bíblia em sessões legislativas. A decisão foi tomada pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e tem como base a laicidade do Estado e a garantia da liberdade de culto.

A ação civil pública foi ajuizada pelo Ministério Público da Paraíba. O MP argumentou que referências religiosas em plenário violam a separação entre Estado e Igreja e podem favorecer determinadas crenças em processos legislativos.

Segundo o TJPB, manter as sessões em neutralidade é essencial para assegurar igualdade de tratamento a todos os cidadãos, independente de religião. A corte determinou a retirada de práticas religiosas do ambiente parlamentar.

As práticas questionadas, conforme a decisão, devem ser substituídas por procedimentos neutros que preservem a laicidade do Estado. Parlamentares passam a atuar sem referências religiosas em atos oficiais.

Entidades que defendem a laicidade elogiara a decisão, destacando a proteção da liberdade de culto para quem não compartilha as mesmas crenças. Grupos religiosos tradicionais contestam o veredito, alegando violação à liberdade de expressão religiosa.

O que muda nos trabalhos do parlamento

A decisão orienta que as sessões sejam conduzidas sem invocações religiosas ou citações de textos sagrados. A neutralidade passa a valer como princípio norteador do funcionamento legislativo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais