- a Latvia abriu investigação criminal sobre possível tráfico humano após a divulgação de documentos relacionados a Jeffrey Epstein, citando referências a agências e modelos do país.
- a apuração foca no recrutamento de nacionais letons para exploração sexual nos Estados Unidos, segundo a polícia em comunicado.
- o processo envolve a promotoria e a Unidade de Crimes Organizados da Latvia, com pedido para que potenciais vítimas se apresentem.
- o presidente lator Edgars Rinkēvičs pediu a apuração após a emissora pública reportar dados de passaportes e viagens de várias mulheres letonas nos documentos.
- o head da agência de modelos Natalie, Eriks Neisans, negou qualquer envolvimento em irregularidades ao jornal, enquanto EUA divulgaram documentos de Epstein ligando-o a figuras públicas.
- como contexto regional, a Lituânia, vizinha, também abriu uma investigação sobre tráfico humano relacionada aos arquivos Epstein.
A Latvia abriu uma investigação criminal por possível tráfico de pessoas após a divulgação de documentos ligados ao falecido financista Jeffrey Epstein. As informações indicam referências a agências de modelagem e modelos do país. A polícia confirmou a ação nesta quinta-feira.
A apuração envolve a Polícia, a Promotoria e a Unidade de Crimes Organizados da Letônia. O foco é o possível recrutamento de nacionais letões para exploração sexual nos Estados Unidos. As autoridades pedem que possíveis vítimas se apresentem.
O caso ganhou contornos após a revelação pública de documentos que incluem dados de passaporte e detalhes de viagem de várias mulheres letãs, conforme informou a emissora pública. O presidente Edgars Rinkēvičs acionou as investigações.
Eriks Neisans, chefe da agência Natalie, citada nos documentos, negou envolvimento em irregularidades. A nota da polícia não atribui culpa a indivíduos específicos, mantendo o foco na apuração.
A divulgação de arquivos de Epstein pela Justiça dos EUA tem revelado vínculos do falecido financiador com figuras de política, finanças e academia. Países vizinhos, como a Lituânia, já haviam iniciado investigações semelhantes nesta semana.
Fonte: Reuters
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